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terça-feira, 17 de maio de 2011

ESTÁ CHEGANDO O DIA

Pessoal,

Venho lembrar que a FEIJOADA se realizará no dia 21 de Maio, no Santuário Nossa Senhora Salette.
O sucesso desta feijoada impacta diretamente na realização do Encontro de Corações, onde a participação de todos é de suma importância.

Vamos realizar mais um grande evento!

Contamos com a colaboração de TODOS!!!


Juliano e Evelise Ramos
Secretaria MFC - Curitiba
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FEIJOADA DO MFC
 
A PARTIR DAS 12:00 HORAS, NA IGREJA NOSSA SENHORA DE SALETE, CONVITES A VENDA COM OS COORDENADORES DE EQUIPE, O VALOR SERÁ DE R$ 16,00 ADULTO, E CRIANÇAS ATÉ 10 ANOS     R$ 8,00

Já é possível visitar a tumba do Beato João Paulo II desde qualquer lugar do mundo




Os fiéis de todo o mundo poderão rezar diante da tumba do Papa João Paulo II através do site http://www.vaticanstate.va/IT/Monumenti/webcam/index?cam=webcam2&testo=Tomba%20del%20Beato%20Giovanni%20Paolo%20IIque oferece a retransmissão do féretro do beato situado na capela de São Sebastião da Basílica de São Pedro no Vaticano.
A imagem oferecida é atualizada a cada dois minutos.
As imagens da tumba do beato se somam assim a outras tantas que retransmite o site vaticano, como as da Cúpula de São Pedro, da vista panorâmica de Roma e do Vaticano, do Palácio do Governatorato, da Praça de São Pedro e de Castel Gandolfo.

Pe. ANACLETO, UM HOMEM QUE DISSE SIM HÁ 56 ANOS.

São tantos os SIM respondidos. Mas o sim de Maria ao convite de Deus para ser a MÃE E JESUS tornou-se para toda a humanidade, principalmente para os cristãos, a mais meiga, a mais humilde, a mais nobre e exemplar resposta a um chamado de Deus, inspirador de um dos maiores gestos de amor a Jesus Cristo e a sua Igreja que é o SIM PARA A VOCAÇÃO SACERDOTAL.
            De família simples e apegada ao amor, e de profundas raízes cristãs como foi aquela começada por Joaquim Ortigara e Helena Pasuch, o mundo ganhou uma criança, o ANACLETO que, como seus irmãos, cresceu em um ambiente familiar e religioso exemplar porque em seus corações o amor de Deus foi derramado, usando da expressão de São Paulo (Rm 5,5).
            Criança como todas as  crianças, brincando, trabalhando e aprendendo, assim foi crescendo até que um dia o seu caminho foi iluminado pelo desejo de servir a Igreja e sobretudo a Deus, quis ser padre.  
            Muito esforço e oração.
            E aconteceu que no dia 08 de dezembro de1954 aquele então adolescente seminarista Anacleto, já bem formado e preparado confirma a sua opção: recebia o Sacramento da Ordem tornando-se presbítero da Igreja. E missionário Saletino. Mensageiro da Boa Nova a quem Isaias 52,7 dedica esta declaração: “Como são belos, sobre os montes, os pés do mensageiro que anuncia a paz, do que proclama boas novas e anuncia a salvação”.
            Pois é!
            Agora não mais Anacleto, mas Pe. Anacleto Ortigara, MS,  que do lado do Povo de Deus com um entusiasmo e ideal crescente, dividindo a sua vida e o seu amor com todos, pobres ou ricos, cultos ou ignorantes, sem diferenciá-los, tornando-se fraco para os fracos a fim de ganhar os fracos, tornando-se tudo para todos a fim de ajudar a salvar a todos por amor ao Evangelho a exemplo de Paulo (1Co 9, 22-23).
            Padre, jornalista, professor, biblicista, amigo compreensivo, pai espiritual de uma comunidade, sempre pronto para atender aos que o procuram transmitindo-lhes palavras de consolo e de perdão, e que com um jeito todo seu e fraternalmente batiza, preside casamentos e dirige as suas celebrações e pregações. Também brincalhão com as crianças, divertido e piadista com os adultos, sempre conquistando pela sua simpatia e vocação, liderança e amizade.
            ESTE É O PADRE ANACLETO!

São 56 anos bem aproveitados juntando para si e para os irmãos, tesouros no Céu.
Na paróquia de Nossa Senhora da Salette onde é pároco desde o ano de 1992
Que DEUS de muita saúde e  abençoe nosso sábio Pe. Anacleto. 

segunda-feira, 16 de maio de 2011

ESTÁ CHEGANDO O DIA


FEIJOADA DO MFC

DIA 21 DE MAIO DE 2011, A PARTIR DAS 12:00 HORAS, NA IGREJA NOSSA SENHORA DE SALETE, CONVITES A VENDA COM OS COORDENADORES DE EQUIPE, O VALOR SERÁ DE R$ 16,00 ADULTO, E CRIANÇAS ATÉ 10 ANOS     R$ 8,00

Decisão do Supremo

Memorável é o voto do STF que reconheceu, do ponto de vista jurídico e ético, aos homossexuais o direito de constituir família. O Ministro Ayres Britto sintetizou o debate muito apropriadamente: “nada perde a família heterossexual ao estendermos igual direito aos homossexuais”. Não se trata, pois, de diminuir a família constituída desde milênios entre o homem e a mulher, mas de reconhecer uma nova maneira de formar uma família, legalmente reconhecida. Também esta nova família deve manter a dignidade ética e obedecer a normas que ajudem o casal a ser feliz.
Enfim, as pessoas são eticamente livres de organizar a sua afetividade e sexualidade de maneira a ressaltar sua dignidade e qualidade humana. Sobre este conceito, o Ministro Ayres Britto fundamentou toda a sua longa argumentação: “não se pode negar que os heteroafetivos nada perdem se os homoafetivos ganham; o indivíduo heterossexual tem plena condição de formar sua família seguindo suas inclinações afetivas e sexuais. Porém, ao homossexual a mesma possibilidade é denegada sem qualquer justificativa aceitável”.
A autonomia e soberania têm raízes históricas longínquas, no século XVIII quando nasceram os direitos humanos com a Independência Americana (1776) e, logo depois, a Revolução Francesa (1789) que proclamou os direitos do homem e do cidadão. Provavelmente os autores destas Proclamações fundamentais não tinham consciência exata de que estavam colocando as bases do Estado laico e independente de qualquer outro poder. Não cesso de admirar as palavras do “pai” da Independência Americana, Jefferson, quando disse: “O Criador deu ao homem vida, liberdade e desejo de felicidade; aqui acaba o papel do Criador; daqui para a frente cabe a nós organizar a sociedade”. Isto significa que será sempre antiético agir ou legislar contra estes três direitos dados pela natureza ou por Deus, segundo a fé. Estas Proclamações fundadoras dos direitos humanos continuam, até hoje, desdobrando-se na sociedade ocidental.
A votação do dia cinco pelo STF está na sequência deste movimento de laicização da cidadania.
Por séculos nossa sociedade dependeu, em parte, da moral cristã que se refletia na Constituição. Aos poucos, o Estado foi se distanciando desta influência e legalizou, por exemplo, o divórcio, o aborto, o uso de células embrionárias para pesquisa científica e, nestes dias, foi a vez do reconhecimento da união de pessoas do mesmo sexo.
Os casais homossexuais têm, agora, os mesmos direitos e deveres que nossa legislação estabelece para os casais heterossexuais. A este respeito, um dos Ministros, Celso de Mello, ponderou que “ao não reconhecer a união entre pessoas do mesmo sexo, o Estado compromete a capacidade do homossexual de viver a plenitude de sua orientação sexual”. Este é o significado histórico da solene votação de cinco de maio de 2011 pelo STF.
Na sociedade de convicções diversificadas, pluralistas, não faltaram vozes legitimamente discordantes. Há quem diga que o Parlamento, lugar próprio da legislação, foi atropelado pelo Supremo. De fato, o artigo 226 da Constituição estabelece: “para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. O STF ampliou esta compreensão da família. Para o casamento heterossexual está garantida a proteção do Estado. Mas a Constituição não exclui, não diz que outras formas de famílias não merecem a proteção da lei.
É isto que o Supremo fez, incluir o casamento homossexual na tutela da lei. Não houve, portanto, nenhum atropelamento do poder legislativo pelo judiciário. Saliente-se que no Parlamento, há décadas estão em discussão cerca de 20 projetos que regulam a relação homossexual. Esta lentidão tem, pelo menos, uma explicação; os parlamentares temem a opinião contrária de muitos movimentos religiosos e conservadores que colocariam em risco a reeleição do parlamentar que votasse a favor de uma legislação que defende a união homossexual.
Neste sentido posicionou-se também o representante da Conferência dos Bispos do Brasil, o advogado Hugo Cysneiros que disse: “se a sociedade clama por outra posição deve buscar o Parlamento”. É mais fácil influenciar muitos parlamentares que um pequeno colégio de juízes. Porém, ao saber da decisão unânime do STF, um bispo representante da CNBB declarou, sensatamente, duas coisas: “A Igreja não vai fazer uma guerra contra a decisão do tribunal; pelo contrário, reforçará entre os católicos a convicção do casamento heterossexual nos termos da fé e moral cristã”. Esta é a posição correta. Se as igrejas, pela pregação e práticas pastorais mantiverem firme a orientação heterossexual no casamento, tanto melhor; sempre, porém, respeitando outras opções sexuais e organização familiar. Esta é a prática de tolerância, do reconhecimento da diversidade, do pluralismo político, ético e religioso temas fundamentais da ética contemporânea.

Olinto Pegoraro*
* Prof. Filosofia UERJ e UFRJ
07 de maio de 2011
olintopegoraro@gmail.com

sexta-feira, 13 de maio de 2011

ESTE É UM ENCONTRO PARA JOVENS, NO QUAL O GUSTAVO (FILHO DO OSMAR E NOELIZA MFC) FAZ PARTE DA ORGANIZAÇÃO, E ESTÃO COM AS INSCRIÇÕES ABERTAS PARA JOVENS QUE TEM O INTERESSE DE  PARTICIPAR.

Nota da CNBB a respeito da decisão do Supremo Tribunal Federal quanto à união entre pessoas do mesmo sexo


Nós, Bispos do Brasil em Assembleia Geral, nos dias 4 a 13 de maio, reunidos na casa da nossa Mãe, Nossa Senhora Aparecida, dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o princípio da instituição familiar e esclarecer a respeito da união estável entre pessoas do mesmo sexo. Saudamos todas as famílias do nosso País e as encorajamos a viver fiel e alegremente a sua missão. Tão grande é a importância da família, que toda a sociedade tem nela a sua base vital. Por isso é possível fazer do mundo uma grande família.
A diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural. As Sagradas Escrituras, por sua vez, revelam que Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança e os destinou a ser uma só carne (cf. Gn 1,27; 2,24). Assim, a família é o âmbito adequado para a plena realização humana, o desenvolvimento das diversas gerações e constitui o maior bem das pessoas.
As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 2357-2358).
As uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo recebem agora em nosso País reconhecimento do Estado. Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos. Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma. É um fato real que a família é um recurso humano e social incomparável, além de ser também uma grande benfeitora da humanidade. Ela favorece a integração de todas as gerações, dá amparo aos doentes e idosos, socorre os desempregados e pessoas portadoras de deficiência. Portanto têm o direito de ser valorizada e protegida pelo Estado.
É atribuição do Congresso Nacional propor e votar leis, cabendo ao governo garanti-las. Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza que comprometem a ética na política.
A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento. Assim, motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa.
Jesus Cristo Ressuscitado, fonte de Vida e Senhor da história, que nasceu, cresceu e viveu na Sagrada Família de Nazaré, pela intercessão da Virgem Maria e de São José, seu esposo, ilumine o povo brasileiro e seus governantes no compromisso pela promoção e defesa da família.
Aparecida (SP), 11 de maio de 2011
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Presidente da CNBB
Arcebispo de Mariana – MG
Dom Luiz Soares Vieira
Vice Presidente da CNBB
Arcebispo de Manaus – AM
Dom Dimas Lara Barbosa
Secretário Geral da CNBB
Arcebispo nomeado para Campo Grande - MS

quinta-feira, 12 de maio de 2011

CAMPANHA NENHUMA EQUIPE BASE SEM A REVISTA FATO & RAZÃO



Em março último a administração da Revista FATO & RAZÃO, editada pelo Movimento Familiar Cristão, participou do Iº SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL DO MFC realizado em Curitiba - Paraná.

O resultado foi dos mais auspiciosos e projeta um grande futuro para o nosso Movimento.

Lá foi lançada a campanha denominada "NENHUMA EQUIPE BASE SEM A REVISTA" que visa levar ao conhecimento de todos os mefecistas aquela que é hoje considerada por muitos como o“principal instrumento de formação no MFC”.

Esta matéria visa levar ao conhecimento do maior número possível de mefecistas, mesmo os não assinantes da Revista, mensagens e textos que muitas vezes não podem esperar a próxima edição para serem divulgados.

Esperamos que seus destinatários façam dele um bom uso fazendo repercutir o que aqui for divulgado.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A RIQUEZA


*Reinaldo Gonçalves
Diante da riqueza e dos ricos, Cristo assumiu três comportamentos e definiu três compreensões: uma teológica, outra sociológica e a terceira psicológica.
Cristo jamais condenou a riqueza e não podia fazê-lo, porque a riqueza foi criada e dada ao homem para que ele se realizasse humanamente, e usufruísse os bens da lazer e bem-estar. Teologicamente, a riqueza é um direito de todas as pessoas. É um bem universal. Ninguém é dono absoluto da terra, das fontes de riqueza e de produção.
Sociologicamente, porém, uns poucos não apenas se apossaram das riquezas, como ainda sujeitaram e escravizaram os seus irmãos para que eles produzissem riquezas e bens de consumo. A história da humanidade é a tragédia da exploração do homem pelo homem, sob os mais diferentes disfarces, pretextos e razões.
Uma coisa é a teologia da riqueza e da pobreza, e outra bem diferente é a sociologia dos pobres e dos ricos. Uma coisa é enaltecer e glorificar a pobreza como virtude heróica e outra bem diferente é viver na pobreza, é curtir as privações do dia-a-dia.
Cristo teve palavras candentes contra os ricos avarentos, mostrando como seria difícil que eles entrassem no Reino dos Céus.
Psicologicamente, o rico é dominado por duas obsessões: uma de aumentar os seus bens, o que realiza através dos mais desonestos e ominosos processos; e a outra é a avareza , o medo de gastar ou consumir os seus bens. Em razão disto, sofre muitas vezes privações, passando a viver tão miseravelmente como os mais pobres.
Cristo exaltou as riquezas e belezas da natureza, a prodigalidade da providência Divina, convidando-nos a olhar os lírios dos campos e contemplar as aves dos céus. Elogiou a prudência do ecônomo infiel que com a riqueza soube conquistar amigos.
No Sermão da Montanha, exaltou os pobres e durante toda a sua vida os escolheu como seus prediletos e preferidos.
Ficou entristecido, quando o jovem rico lhe voltou as costas por causa do apego a seus bens e enalteceu a generosidade de Zaqueu, por distribuir parte dos bens aos pobres. Ordenou aos seus apóstolos que pregassem o Evangelho de preferência aos pobres.
O amor aos pobres, aos humildes, aos ignorantes é pedra de toque da autenticidade da nossa fé, porque humanamente é mais agradável conviver com os ricos, com os sábios, com os poderosos. Os pobres geralmente só falam de sofrimentos e sempre tem alguma coisa a pedir, enquanto os ricos podem oferecer da fartura da sua mesa e das alegrias da sua felicidade.
Importante e saber que não podemos servir a dois senhores.
*Membro do MFC-Amapá

segunda-feira, 9 de maio de 2011


FEIJOADA DO MFC

DIA 21 DE MAIO DE 2011, A PARTIR DAS 12:00 HORAS, NA IGREJA NOSSA SENHORA DE SALETE, CONVITES A VENDA COM OS COORDENADORES DE EQUIPE, O VALOR SERÁ DE R$ 16,00 ADULTO, E CRIANÇAS ATÉ 10 ANOS     R$ 8,00