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domingo, 19 de maio de 2013

LITURGIA DA SOLENIDADE DE PENTECOSTES - 19/05/2013





 SOLENIDADE DE PENTECOSTES
Continuar no mundo de hoje a missão de Jesus!



PRIMEIRA LEITURA (At 2,1-11)

Leitura dos Atos dos Apóstolos:
1Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar.

2De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam.

3Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles.

4Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava.

5Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo.
6Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua.

7Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? 8Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? 9Nós, que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judéia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, 10da Frígia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; 11judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus em nossa própria língua!”

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

RESPONSÓRIO (Sl 103)

— Enviai o vosso Espírito, Senhor,/ e da terra toda a face renovai!
— Bendize, ó minha alma, ao Senhor!/ Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande!/ Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras!/ Encheu-se a terra com as vossas criaturas!
— Se tirais o seu respiro, elas perecem/ e voltam para o pó de onde vieram./ Enviais o vosso espírito e renascem/ e da terra toda a face renovais.
— Que a glória do Senhor perdure sempre,/ e alegre-se o Senhor em suas obras!/ Hoje seja-lhe agradável o meu canto,/ pois o Senhor é a minha grande alegria!

SEGUNDA LEITURA (1Cor 12,3b-7.12-13)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:
Irmãos: 3bNinguém pode dizer: Jesus é o Senhor, a não ser no Espírito Santo.

4Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito.

5Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor.

6Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos.

7A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum.

12Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo.

13De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único corpo, e todos nós bebemos de um único Espírito.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

EVANGELHO (Jo 20,19-23)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.

20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.

21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”.

22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

REFLEXÃO
“Vinda do Espírito Santo”
Pe. Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R.

PLENITUDE DOS MISTÉRIOS PASCAIS
O Espírito Santo, mandado por Jesus, desce sobre os apóstolos com uma grande teofania (manifestação de Deus) como no Monte Sinai (Ex 19,11). Lá era o nascimento do povo da Aliança; agora é o nascimento do povo da Nova Aliança. As chamas de fogo sobre os apóstolos simbolizam o Espírito Santo. Sua vinda é a plenitude da revelação de Deus Trindade e de Sua ação em nós. Atribuímos as ações às três Pessoas da Trindade, mas sempre na Unidade. Naquele dia iniciou-se o Tempo do Espírito. Ele é a presença e a total habitação divina na humanidade assumida pelo Verbo de Deus. Com Sua Vinda, Deus é definitivamente Emmanuel, Deus conosco. Onde está o Espírito, a Humanidade divinizada é capaz de transmitir o mesmo Espírito e de divinizar os homens redimidos (1Cor 15,49). O Espírito transforma a Humanidade ressuscitada e glorificada de Jesus, em fonte única do próprio Espírito como proclama o texto de Atos (Atos 2,32-33); É um renascer em Deus (S. Irineu), dar a vida a todos os povos e de fazê-los participar da Nova Aliança. Torna-nos capazes de receber Deus assim como a farinha que só se torna massa, se receber a água; faz de nós Corpo de Cristo. Precisamos deste orvalho para produzir frutos. O Senhor confiou ao Espírito Santo o cuidado de sua criatura, daquele homem que caíra nas mãos dos ladrões e a quem, cheio de compaixão enfaixou as feridas. Mesmo não tendo sido ainda revelado no Antigo Testamento, os patriarcas e profetas receberam o Espírito de Deus para suas missões. O Espírito está continuamente recriando, regenerando, ressuscitando. Assim acontece com os apóstolos. Eles levam o Espírito Santo aos homens com a missão de efundir o fruto da cruz, reunir a família de Deus como morada trinitária, unir os homens frágeis e pecadores ao Resuscitado. Faz do povo, Igreja. No dia da Ressurreição Jesus dá o Espírito Santo para a reconciliação que é missão de unir todos. Ele acompanha os apóstolos em suas missões. O Espírito vem para todos os povos.

RENOVAI AS MARAVILHAS
Deus, ao dar o Espírito Santo aos apóstolos, usou o fogo como símbolo. O Espírito não tem uma imagem. Por que o fogo? Ele é irresistível e fascinante; Indomável e incontrolável. Toca, sem ser tocado; Doma e não é domável. Purifica e não contamina. Comunica-se a todos e a cada um; Doa-se, mas não diminui; Aquece não se resfria. Rezamos para que se renovem as maravilhas do início da pregação do Evangelho (oração). Por isso rezamos no salmo: “Enviai o vosso Espírito, Senhor, e renovai a face da terra!” A renovação vai nos levar a compreender melhor o mistério do sacrifício eucarístico e nos manifestar toda sua verdade (Oferendas). Sua missão é realizar a união da Igreja.

DONS DO ESPÍRITO
Pelo Sacramento da Crisma recebemos o Espírito Santo como Dom. Depois da imposição das mãos e da oração, o bispo reza: “Recebe o Espírito Santo como Dom de Deus”. Essa foi a promessa de Jesus. Por isso rezamos: “Cresçam em nós os dons do Espírito e o alimento espiritual que recebemos aumente em nós a eterna redenção” (Pós-comunhão). O Espírito é fonte de todos os dons. Sua ação em nós nos faz reconhecer Jesus como o Senhor. A partir deste dom a cada um, nos é dada a abundância os dons para o bem comum. Por em ação o dom é dar espaço para que o Espírito dinamize em nós sempre maiores dons para a edificação do Corpo de Cristo. Pelo Espírito, façamos frutificar os dons que nos foram confiados e os restituamos multiplicados ao Senhor.

ORAÇÃO
                             
Ó Deus, que pelo mistério da festa de hoje santificais a vossa Igreja inteira, em todos os povos e nações, derramai por toda a extensão do mundo os dons do Espírito Santo e realizai agora no coração dos fiéis as maravilhas que operastes no início da pregação do Evangelho. Amém!

Editado por Jorge – MFC ALAGOAS

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Mais pistas sobre o 16º Encontro de Corações




Caríssimos Mefecistas,

Mais uma ótima notícia para vocês.  O casal coordenador do 16º Encontro de Corações já está com a sua equipe, que irá auxiliá-los na organização completa. Ontem foram confirmados os nomes dos casais vice-coordenador e assessor. Garanto que vocês vão gostar dos nomes escolhidos.

Aqueles que têm o interesse em trabalhar no nosso encontro podem deixar o seu nome com a Coordenação do MFC na próxima reunião da ECCI. Vamos juntos fazer com que o 16º  Encontro de Corações seja um sucesso, assim como foram os anteriores. Aguardem mais novidades em breve.

Você tem algum casal amigo que gostaria participar do 16º Encontro de Corações? Comece a fazer o convite, em breve às fichas de inscrição estarão disponíveis.  Em 2013 este maravilhoso evento será realizado nos dias 06, 07, 08 de setembro.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Mudança na Data de Reunião da ECCI

No post no qual falamos sobre a definição da coordenação, dissemos que a próxima reunião da ECCI está marcada para o próximo dia 11/06 (terça-feira).

Pois vocês não estão enganados, a partir de junho os nossos encontros mensais passarão a ser realizados na segunda terça-feira de cada mês. O motivo desta alteração é pela ocorrência de um conflito de datas com uma reunião da Comissão Família e Vida, na Arquidiocese de Curitiba, na qual a coordenação do MFC Curitiba também participa.



A PAZ E UNIDADE DAS RELIGIÕES
Marcelo Barros - Monge beneditino e escritor


Marcelo Barros
"O mundo não terá paz enquanto as religiões não dialogarem e isso não ocorrerá se as Igrejas cristãs não se unirem”. Essa afirmação do teólogo suíço Hans Kung deve ser lembrada por ocasião da Semana de Orações pela Unidade dos Cristãos que ocorre cada ano e dessa vez será celebrada nessa semana de 12 a 19 de maio.

O
 costume de consagrar uma semana anual para orar e trabalhar pela unidade das Igrejas já dura de cem anos. Entretanto é difícil avaliar o resultado dessa prática ecumênica. Como a unidade é dom de Deus e cremos que a oração é sempre de alguma forma escutada, orar juntos é sempre bom e fecundo. O risco é que algumas Igrejas nomeiem uma comissão ecumênica, encarreguem seus membros de participarem das relações ecumênicas em nome da Igreja e depois disso se desinteressem pelo assunto. Nesse caso, as reuniões, fóruns e orações em comum envolveriam sempre os mesmos e poucos personagens. Estes, ao cumprirem as atividades ecumênicas acabam legitimando suas Igrejas a não mudar nada. As comunidades concretas e paróquias continuam como sempre foram. Ignoram e até desprezam as outras Igrejas e religiões.

Para evitar esse risco, em 1968, a coordenação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos católicos do Brasil) publicou um documento preparatório ao diretório ecumênico. Ali os bispos ensinavam que a pastoral ecumênica e a abertura para outras Igrejas só acontecem se se basearem em uma "ecumenicidade” de toda a pastoral e atividades eclesiais. Ou a Igreja inteira se compromete nesse caminho ou a pastoral ecumênica terá sempre poucos resultados positivos.

Nesse ano de 2013, o tema proposto para a semana da unidade é a palavra bíblica do profeta Miquéias: "O que Deus exige de nós?”. O próprio texto responde: "Deus pede que pratiquemos a justiça e a bondade e vivamos com simplicidade” (Mq 6, 6- 8).

Infelizmente, no mundo atual, um dos fenômenos religiosos que mais crescem é o fundamentalismo dogmático e moral. Em nome de Deus, essa corrente religiosa prega a intolerância e a discriminação de grupos e pessoas. Hoje, no Brasil, cada vez mais aumenta o número de deputados e políticos ligados a esses grupos impropriamente chamados de "evangélicos”. Dominam a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e impõem a toda a sociedade seus preconceitos moralistas, afirmados em nome da Bíblia e de um Deus bem diferente do Pai de amor maternal, revelado por Jesus e acreditado por muitas tradições espirituais.

Nas Igrejas mais antigas, (como a Católica, Anglicana e Luterana), essa semana de orações pela unidade dos cristãos prepara a festa de Pentecostes que encerra o tempo pascal e celebra que o Espírito de Deus é dado a todo o universo, aceita todas as culturas e se manifesta em todo gesto e ato de amor. É esse espírito de abertura universal pela unidade que os fóruns de diálogo inter-religioso praticam. Essas atividades de diálogo entre Igrejas e religiões podem sim ajudar a nossa sociedade a não afundar em projetos autoritários e fanáticos que oprimem e discriminam grupos e pessoas, em nome da fé. Paulo escreveu: "Foi para que sejamos livres que Cristo nos libertou. Permaneçam na liberdade” (Gl 5, 1). "Onde houver liberdade, aí está o Espírito de Deus” (2 Cor 3, 17).
  

A PESTE DO SÉCULO XXI (II)
Vinícius Bocato
(Continuação do número anterior) 


DA DROGA PARA A ”ESCADA DO CRIME”

O PERFIL DO INFRATOR

E
m linhas gerais, o adolescente infrator é de baixa renda, tem muitos irmãos e os pais dificilmente conseguem sustentar e dar a educação ideal a todos (longe disso). Isso sem contar quando o jovem é abandonado pelos pais, quando um deles ou ambos faleceram, quando a criança nem chega a conhecer o pai, entre outras complicações.

Claro que é bom evitar uma posição determinista, a pobreza e a carência afetiva por si só não produzem criminosos. Mas a falta de estrutura familiar, de educação, a exposição maior à violência nas periferias e a falta de políticas públicas para esses jovens os tornam muito mais suscetíveis a cometer pequenos crimes.

Especialistas afirmam que os adolescentes começam com delitos leves, como furtos, e depois vão subindo “degraus” na escada do crime. De acordo com Ariel de Castro Alves, ex-secretário-geral do Conselho Estadual da Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe), muitos dos adolescentes que chegam ao latrocínio têm dívidas com traficantes e estão ameaçados de morte, e isso os estimula a roubar.

Vale aqui lembrar a falência da Fundação Casa, que em vez de recuperar os jovens, acaba incentivando os internos a subir esses degraus do crime. Para entender melhor sua realidade, recomendo a leitura da matéria “De Febem a Fundação Casa” da Revista Fórum. Nela temos o relato do pedagogo Carlos (nome fictício), que sofreu ameaças frequentes por contestar os atos abusivos da direção: “A Fundação Casa nasceu para dar errado. Eles saem de lá com mais ódio, achando que as pessoas são todas ruins e que não há como mudar isso. São desrespeitados como seres humanos, são tratados como lixo. E isso faz com que eles pensem que não podem mudar”.

PRISÃO SUPERLOTADA EM SÃO PAULO
A redução da maioridade penal tornaria mais caótico o já falido
sistema carcerário brasileiro e aumentaria o número de reincidentes.

Atuante na Fundação há onze anos, Carlos conta que os atos de violência contra os adolescentes são cotidianos e descarados, apoiados inclusive pelo diretor, que também “bate na cara dos meninos”. Essa bola de neve de violência só poderia resultar em crimes cada vez mais graves cometidos pelos garotos.

Dados objetivos: temos no Brasil mais de 527 mil presos e um déficit de pelo menos 181 mil vagas. Não precisamos nos aprofundar sobre a superlotação e as condições desumanas das cadeias brasileiras. É óbvio que um sistema desses é incapaz de recuperar alguém.

A inclusão de adolescentes infratores nesse sistema não só tornaria mais caótico o sistema carcerário como tende a aumentar o número de reincidentes. Para o advogado Walter Ceneviva, colunista da Folha, a medida pode tornar os jovens criminosos ainda mais perigosos: “Colocar menores inflacionais na prisão será uma forma de aumentar o número de criminosos reincidentes, com prejuízo para a sociedade. A redução da maioridade penal é um erro”.

A UNICEF também destaca os problemas que os EUA enfrentam por colocar adolescentes e adultos nos mesmos presídios. “Conforme publicado este ano [2007] no jornal The New York Times*, a experiência de aplicação das penas previstas para adultos para adolescentes nos Estados Unidos foi mal sucedida resultando em agravamento da violência. Foi demonstrado que os adolescentes que cumpriram penas em penitenciárias, voltaram a delinquir e de forma ainda mais violenta, inclusive se comparados com aqueles que foram submetidos à Justiça Especial da Infância e Juventude.”

*O texto em questão foi publicado no New York Times
em 11 de maio de 2007 e está disponível na íntegra na página da UNICEF.
(Continua no próximo número)



PARA REFLETIR

Imagem: Selma Amorim.
Composição - ágatas, pedras semipreciosas,
cristais, vegetal sobre acrílico
UTOPIA
“Dou um passo a frente e a utopia se afasta dez passos. Dou dez passos adiante e a utopia se afasta cem passos. Se não posso alcançá-la, para que serve a utopia? – sim, para me fazer caminhar.” (Adaptado de Eduardo Galeano, escritor uruguaio).
META IMPOSSÍVEL
“Um bando de sapos está em torno de uma árvore. Alguns deles tentam subir no tronco da árvore. “É impossível sapo subir em árvore” – coaxavam todos os que não tentavam a proeza. Tanto insistiam nessa certeza que os sapos desanimavam e desistiam. Só um continuou tentando e conseguiu subir. Era surdo”.
(Autor desconhecido).
DESCONCERTANTE
No momento da comunhão, o celebrante se dirige aos fiéis e pede: “Os que se sentem dignos de receber o corpo e sangue de Cristo aproximem-se desta mesa da partilha”. Metade dos fiéis se aproximam do altar. O padre passa por estes e distribui a comunhão aos que permaneceram sentados. (Correio)
PARTILHA
“Na missa, Cristo não está no pão, mas na partilha do pão, no ato de partir e repartir o pão, que simboliza a partilha igualitária dos bens da natureza e os frutos do trabalho humano a serem partilhados entre todos, o que não está acontecendo”.
(Adaptado de texto de Roger Garaudy, escritor francês)

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Habemus coordenação do 16º Encontro de Corações


Caríssimos Mefecistas,

Depois de muitas reuniões para darmos início a organização do 16º Encontro de Corações, que será realizado nos dias 06,07 e 08 de Setembro...  Saiu a aguardada fumaça branca da chaminé e está definido o Casal Coordenador.

Ficou curioso para saber quem irá conduzir um dos momentos mais aguardados e importantes do ano no MFC Curitiba?

Compareça na próxima reunião da ECCI, no próximo dia 11/06 (terça-feira), na Paróquia Nossa Senhora do Salete. Rua Lange de Morretes, 19, Jardim Social.

LITURGIA DA SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR - 12/05/2013





 ASCENSÃO DO SENHOR
“Vós sereis testemunhas de tudo isso!”



PRIMEIRA LEITURA (At 1,1-11)

Leitura dos Atos dos Apóstolos:
1No meu primeiro livro, ó Teófilo, já tratei de tudo o que Jesus fez e ensinou, desde o começo, 2até o dia em que foi levado para o céu, depois de ter dado instruções, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que tinha escolhido. 3Foi a eles que Jesus se mostrou vivo, depois de sua paixão, com numerosas provas. Durante quarenta dias, apareceu-lhes falando do Reino de Deus.

4Durante uma refeição, deu-lhes esta ordem: “Não vos afasteis de Jerusalém, mas esperai a realização da promessa do Pai, da qual vós me ouvistes falar: 5‘João batizou com água; vós, porém, sereis batizados com o Espírito Santo, dentro de poucos dias’”.

6Então os que estavam reunidos perguntaram a Jesus: “Senhor, é agora que vais restaurar o Reino em Israel?”

7Jesus respondeu: “Não vos cabe saber os tempos e os momentos que o Pai determinou com a sua própria autoridade. 8Mas recebereis o poder do Espírito Santo que descerá sobre vós, para serdes minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e na Samaria, e até os confins da terra”.
9Depois de dizer isso, Jesus foi levado ao céu, à vista deles. Uma nuvem o encobriu, de forma que seus olhos não podiam mais vê-lo.

10Os apóstolos continuavam olhando para o céu, enquanto Jesus subia. Apareceram então dois homens vestidos de branco, 11que lhes disseram: “Homens da Galileia, por que ficais aqui, parados, olhando para o céu? Esse Jesus, que vos foi levado para o céu, virá do mesmo modo como o vistes partir para o céu”.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

RESPONSÓRIO (Sl 46)

— Batei palmas,/ povos todos,/ o Senhor subiu ao toque da trombeta.
— Povos todos do universo, batei palmas,/ gritai a Deus aclamações de alegria!/ Porque sublime é o Senhor, o Deus Altíssimo,/ o soberano que domina toda a terra.
— Por entre aclamações Deus se elevou,/ o Senhor subiu ao toque da trombeta./ Salmodiai ao nosso Deus ao som da harpa,/ salmodiai ao som da harpa ao nosso Rei!
— Porque Deus é o grande Rei de toda a terra,/ ao som da harpa acompanhai os seus louvores!/ Deus reina sobre todas as nações,/ está sentado no seu trono glorioso.

SEGUNDA LEITURA (Ef 1,17-23)

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios:
Irmãos: 17O Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai, a quem pertence a glória, vos dê um espírito de sabedoria que vo-lo revele e faça verdadeiramente conhecer.

18Que ele abra o vosso coração à sua luz, para que saibais qual a esperança que o seu chamamento vos dá, qual a riqueza da glória que está na vossa herança com os santos, 19e que imenso poder ele exerceu em favor de nós que cremos, de acordo com a sua ação e força onipotente.

20Ele manifestou sua força em Cristo, quando o ressuscitou dos mortos e o fez sentar-se à sua direita nos céus, 21bem acima de toda a autoridade, poder, potência, soberania ou qualquer título que se possa nomear, não somente neste mundo, mas ainda no mundo futuro.

22Sim, ele pôs tudo sob seus pés e fez dele, que está acima de tudo, a Cabeça da Igreja, 23que é o seu corpo, a plenitude daquele que possui a plenitude universal.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

EVANGELHO (Lc 24,46-53)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:
46“Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia 47e no seu nome serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém.

48Vós sereis testemunhas de tudo isso. 49Eu enviarei sobre vós aquele que meu Pai prometeu. Por isso, permanecei na cidade, até que sejais revestidos da força do alto”.

50Então Jesus levou-os para fora, até perto de Betânia. Ali ergueu as mãos e abençoou-os. 51Enquanto os abençoava, afastou-se deles e foi levado para o céu. 52Eles o adoraram.

Em seguida voltaram para Jerusalém, com grande alegria. 53E estavam sempre no Templo, bendizendo a Deus.
— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor!

REFLEXÃO
“ASCENSÃO DO SENHOR”
Pe. Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R.

SUBIU AOS CÉUS
Rezamos na profissão de fé: “Creio em Jesus Cristo que... subiu aos céus e está sentado à direita de Deus Pai todo poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos”. A Ascensão do Senhor é uma celebração que passa meio esquecida, mas é necessária para a vida cristã. Ele é entronizado como Senhor do Universo. Cristo não é um santo a mais. Junto do Pai é o Mediador a exercer seu Sumo Sacerdócio e intercede para que o Pai nos dê o Espírito para nossa divinização. Sem a glorificação, não teríamos recebido o Espírito. Os apóstolos, ao proclamarem que Jesus ressuscitou, insistem: “Agora, exaltado pela direita de Deus, recebeu do Pai o Espírito Santo, objeto da promessa, e O derramou” (At 2,33). Paulo continua o pensamento: “Ele pôs tudo sob seus pés e fez Dele, que está acima de tudo, a cabeça da Igreja, que é seu corpo, a plenitude daquele que possui a plenitude universal” (Ef 1,22-23). A subida de Jesus é sua glorificação. É a garantia total da realização das promessas de Deus. Não apelamos a uma realeza terrena, mas a Cristo que é o centro para o qual converge todo Universo, pois “Nele aprouve a Deus fazer habitar toda a Plenitude e reconciliar por Ele todos os seres, os da terra e os dos céus, realizando a paz pelo sangue de sua cruz” (Cl 1,19-20). A Ascensão de Jesus é a certeza que voltará com o envio do Espírito. Agora vemos pelos olhos da fé que veem mais profundamente que os olhos humanos.

NOSSA VITÓRIA
A oração da missa nos confirma esta verdade: “A Ascensão de vosso Filho já é nossa vitória... membros de seu corpo somos chamados na esperança a participar de Sua Glória”. Esta realidade de nossa fé, dizemos mistério, é compreensível pela união de Sua Divindade a nossa humanidade. Esta humanidade foi glorificada no poder de Cristo como Senhor do Universo. O Filho eterno do Pai assumiu o frágil filho do Homem que agora participa de Sua glória de ressuscitado. O prefácio resume bem essa verdade: “Ele, nossa cabeça e princípio, subiu aos céus, não para afastar-se de nossa humildade, mas para dar-nos a certeza de que nos conduzirá à glória da imortalidade”. Rezamos ainda: “Vós nos concedeis conviver na terra com as realidades do Céu. Fazei que nossos corações se voltem para o alto, onde está junto de vós nossa humanidade”. Em Cristo temos posse de nosso direito de viver no Céu. Essa verdade não nos distancia dos problemas da terra, mas nos estimulam a transformar a terra em um Céu para todos. Por isso os Anjos dizem que não é para ficar olhando para o alto, pois Ele continua presente na sua Igreja a serviço do mundo. O evangelista Lucas diz esta verdade: Levantou as mãos os abençoava. “Abençoar significa prometer que o Senhor estará presente em sua vida como ajuda e proteção e dará tudo o que terão necessidade para permanecer fiel a sua vocação”.

ELE CONTINUA NOS SEUS DISCÍPULOS
Anunciando Sua Morte e Sua Ressurreição diz aos apóstolos “sereis testemunhas de tudo isso”. Para essa missão enviará o Espírito Santo, o mesmo que O animou em Sua missão. Podemos ler aqui que Jesus continua em seus discípulos e é Ele quem anuncia a Palavra. Há um permanente desejo, como clama Paulo aos Colossenses, de vivermos na terra, mas com o coração no alto onde está Cristo (Cl 3,1-2). Jesus está glorioso nos Céus, mas permanece, como poderíamos dizer, está com o coração na terra, pois diz: “Estarei convoco todos os dias até o fim do mundo” (Mt 28,20). Cada celebração nos remete à missão. Ela é de todos, pois participamos da Glória “para que Deus seja tudo em todos” (1Cor 15,28).

ORAÇÃO
                             
Ó Deus todo-poderoso, a ascensão do vosso Filho já é nossa vitória. Fazei-nos exultar de alegria e fervorosa ação de graças, pois, membros de seu corpo, somos chamados na esperança a participar da sua glória. Amém!

Editado por Jorge – MFC ALAGOAS

sábado, 11 de maio de 2013

MFC Curitiba elege nova coordenação

Na última terça-feira, os Coordenadores das equipes base do MFC Curitiba participaram da Assembléia Geral Ordinária (AGO) para eleger a nova coordenação do Movimento Familiar Cristão.

Por aclamação, os presentes na AGO confirmaram a eleição dos casais Helcio Luiz Monteiro e Lenis C. L. Monteiro e Paulo Cézar Castro e Bernadete Bugalski Castro para administrar o MFC Curitiba pelos próximos três anos.

Confira abaixo a equipe que irá conduzir MFC no período de 05/2013 a 05/2016

Helcio e Lenis  - Coordenadores
Paulo Cézar e Bernadete  - Vice Coordenadores
Arildo e Sílvia - Tesouraria
Paulo Rink e Márcia - Secretaria
Josevan e Roseli - Nucleação
Osmar e Noeliza - Casal Assessor
Eduardo e Ismari - Casal Conselheiro
Sergio e Patricia - Liturgia
Luiz Felipe, Maria Fernanda, João Francisco e Maurício - Equipe de Comunicação
Antonio Carlos e Ângela - Formação
Gustavo Maciel e Gustavo Dalavechia - MFC Jovem
Jorge e Juliana - Orientadores MFC Jovem
Vinicius e Pérola - MFC Mirim (em desenvolvimento)


sexta-feira, 10 de maio de 2013

95º Conselho Estadual, 4º Conselho Estadual Jovem e CONDIR Sul

        No último final de semana dias 04 e 05 de maio o MFC Curitiba teve o prazer de sediar o 95º Conselho Estadual, 4º Conselho Estadual Jovem e o CONDIR Sul.

        Recebemos 243 amigos mefecistas de todo o Paraná, algumas cidades de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, bem como um casal da Colômbia coordenadores do MFC Latino Americano e um casal da Argentina coordenadores Zonais 3.


        A abertura foi realizada pelo Arcebispo Metropolitano de Curitiba Dom Moacir Vitti que nos contemplou com suas palavras motivadoras sobre a importância dos movimentos para as famílias, fomos agraciados por uma linda paraliturgia apresentada pela querida amiga Oly, na sequencia foram apresentadas as cidades presentes onde seus representantes colavam o nome da cidade em uma grande família, representando a Família MFC do Paraná, a equipe de animação de Curitiba cantou e tocou a música "Seja Bem Vindo" para saudar à todos.

Foram iniciadas as atividades de sábado, sendo que os casais neste momento se separaram dos jovens, fizeram juntos as refeições e ao final da tarde participaram de uma Celebração onde o Frei Gentil, Carmelita da Paróquia da Vila Fani nos prestigiou com muita alegria a Palavra do Senhor, após o jantar assistimos a uma grande apresentação do grupo folclórico Alemão o qual o casal Mefecista Paulo Roberto e Ana Paula Stoberl da Equipe Morada fazem parte. A noite foi encerrada com a estória do MFC escrita e contada também pela querida amiga Ana Paula.


        No domingo pela manhã assistimos a apresentação sobre a vida de Jesus Cristo contada de uma forma especial pelo Aparecido Izabel Massi, os jovens dançaram a música "Templo Vivo" e  inciaram-se os trabalhos finais, onde os Coordenadores da Colômbia e da Argentina nos passaram suas mensagens, a Coordenação do Estado do Paraná finalizou suas atividades após três anos, passando simbolicamente esta coordenação a cidade de Telêmaco Borba. O evento se encerrou com muita música e alegria e confirmou ter atingido as expectativas.


        Deixamos aqui o nosso sincero agradecimento à todos os mefecistas que participaram deste evento como ouvintes ou com trabalho voluntário, sem vocês nada seria possível.