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domingo, 9 de agosto de 2015

Feliz dia dos pais


Ser pai é ter compromisso.
E usar como artifício.
O seu jeito de amar.
É sentir muita alegria.
De estar em sintonia.
Como a areia e o mar.

Ser pai é um presente.
Que alegra e deixa contente.
A nação do mundo inteiro.
É como uma árvore atrativa.
Que dá fruto e cativa.
Lá no centro do canteiro.

Ser pai é a convicção.
De ter a preocupação.
De o filho ser vencedor.
No caráter e na verdade.
Manter sempre a humildade.
Cultivando sempre o amor.

Ser pai é perder o sono.
É sentir um cão sem dono.
Quando o filho está distante.
Mas que sempre trabalha duro.
Para garantir o futuro.
E o filho ser importante.

Ser pai é o extremo.
No mundo em que vivemos.
Nesse planeta sem brilho.
Com trabalho estressante.
Mas tem momentos marcantes.
Que são os abraços do filho.

Ser pai é um enredo.
Mas que não retrata o medo.
E tem alegria de monte.
É como um final de novela.
Seguindo num barco a vela.
A procura do horizonte.

Ser pai é acordar cedo.
E construir um brinquedo.
Com madeira e verniz.
Uma boneca ou um pião.
Uma pipa ou caminhão.
Só pra ver o filho feliz.

Pai tem que ser amado.
Além de tudo respeitado.
Do fundo do coração.
Pai é uma sensação gostosa.
Uma coisa maravilhosa.
Que não tem explicação.


Liturgia do 19º Domingo do tempo comum - 09/08/2015




19º DOMINGO

DO TEMPO COMUM




PRIMEIRA LEITURA (1Rs 19,4-8)


Leitura do Primeiro Livro dos Reis:
Naqueles dias, 4Elias entrou deserto adentro e caminhou o dia todo. Sentou-se finalmente debaixo de um junípero e pediu para si a morte, dizendo: Agora basta, Senhor! Tira a minha vida, pois não sou melhor que meus pais.

5E, deitando-se no chão, adormeceu à sombra do junípero. De repente, um anjo tocou-o e disse: Levanta-te e come!

6Ele abriu os olhos e viu junto à sua cabeça um pão assado debaixo da cinza e um jarro de água. Comeu, bebeu e tornou a dormir.

7Mas o anjo do Senhor veio pela segunda vez, tocou-o e disse: Levanta-te e come! Ainda tens um caminho longo a percorrer.

8Elias levantou-se, comeu e bebeu, e, com a força desse alimento, andou quarenta dias e quarenta noites, até chegar ao Horeb, o monte de Deus.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!


RESPONSÓRIO (Sl 33)


— Provai e vede quão suave é o Senhor!

— Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo,/ seu louvor estará sempre em minha boca./ Minha alma se gloria no Senhor,/ que ouçam os humildes e se alegrem!

— Comigo engrandecei ao Senhor Deus,/ exaltemos todos juntos o seu nome!/ Todas as vezes que o busquei, ele me ouviu,/ e de todos os temores me livrou.

— Contemplai a sua face e alegrai-vos,/ e vosso rosto não se cubra de vergonha!/ Este infeliz gritou a Deus, e foi ouvido,/ e o Senhor o libertou de toda angústia.

— O anjo do Senhor vem acampar/ ao redor dos que o temem, e os salva./ Provai e vede quão suave é o Senhor!/ Feliz o homem que tem nele o seu refúgio!


SEGUNDA LEITURA (Ef 4,30-5,2)


Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios:
Irmãos: 30Não contristeis o Espírito Santo com o qual Deus vos marcou como com um selo para o dia da libertação.

31Toda a amargura, irritação, cólera, gritaria, injúrias, tudo isso deve desaparecer do meio de vós, como toda espécie de maldade.

32Sede bons uns para com os outros, sede compassivos; perdoai-vos mutuamente, como Deus vos perdoou por meio de Cristo.

5,1Sede imitadores de Deus, como filhos que ele ama. 2Vivei no amor, como Cristo nos amou e se entregou a si mesmo a Deus por nós, em oblação e sacrifício de suave odor.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!


EVANGELHO (Jo 6,41-51)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 41os judeus começaram a murmurar a respeito de Jesus, porque havia dito: Eu sou o pão que desceu do céu.

42Eles comentavam: Não é este Jesus o filho de José? Não conhecemos seu pai e sua mãe? Como pode então dizer que desceu do céu?

43Jesus respondeu: Não murmureis entre vós. 44Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia. 45Está escrito nos profetas: Todos serão discípulos de Deus. Ora, todo aquele que escutou o Pai, e por ele foi instruído, vem a mim. 46Não que alguém já tenha visto o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. 47Em verdade, em verdade vos digo, quem crê, possui a vida eterna.

48Eu sou o pão da vida. 49Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. 50Eis aqui o pão que desce do céu: quem dele comer, nunca morrerá. 51Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo.

Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor!


HOMILIA

Dom Sérgio da Rocha

Arcebispo de Brasília


Levanta-te e come! Ainda tens um caminho longo a percorrer (1Rs 19,7). Estas palavras foram dirigidas duas vezes ao profeta Elias. Cansado de caminhar, incompreendido e perseguido, ele estava num momento muito difícil de sua missão. O convite a caminhar é dirigido a todos nós e, de modo especial, aos que passam por provações ou estão desanimando diante dos desafios da vida. Deus jamais nos abandona! Por isso, devemos permanecer sempre unidos a ele e com ele continuar a caminhar, perseverando no caminho do bem e da verdade. Diante dos desafios, o cristão não pode se acomodar, nem desanimar. Caminhar é preciso! Caminhar com Deus, por Ele alimentados com o Pão da Vida (Jo 6,48), com o pão vivo descido do céu (Jo 6,51) que é Jesus Cristo, conforme ouvimos, continuando a meditar o capítulo 6º do Evangelho segundo João. É preciso alimentar-se para ter vida e caminhar. É preciso alimentar-se do Pão que é Cristo para ter a vida eterna. Daí, a importância da Eucaristia, conforme temos refletido à luz do Evangelho. Entretanto, para ser saciado pelo Pão da Vida, é necessário crer. O Evangelho nos fala dos que murmuravam contra Jesus, recusando-se a crer nele e, assim, rejeitavam o Pão que sacia plenamente e dá a vida eternamente.

Estamos iniciando, hoje, a Semana da Família. Como deve ser a vida da família que se alimenta do Pão que é Jesus Cristo? Na Carta aos Efésios, encontramos um verdadeiro programa da vida para as nossas famílias: a bondade, a compaixão e o perdão, em resumo, viver no amor, como Cristo nos amou (Ef 5,2), eliminando toda amargura, irritação, cólera, gritaria, injúrias e maldade. É importante valorizar a família, a começar da própria casa, assumindo com responsabilidade a parte que cabe a cada um para que a família esteja unida e em paz.

Na família, o pai ocupa lugar de especial importância, juntamente com a mãe.  Neste Dia dos Pais, rezemos agradecidos a Deus Pai, suplicando pelos pais que continuam a sua missão, assim como, pelos pais falecidos. Os filhos possam oferecer aos pais: as orações, o amor, o respeito, a gratidão e a busca da paz. Os pais, sustentados pelo Pão da Vida, possam oferecer aos seus filhos o pão cotidiano e, por meio da educação cristã, o pão que é Jesus Cristo.

Continuamos a viver, em todo o Brasil, o Mês Vocacional. Rezemos pelas vocações e procuremos refletir sobre como temos vivido a vocação cristã, isto é, o chamado a seguir Jesus, sendo sal da terra e luz do mundo, a começar da própria família.


ORAÇÃO

                             
Deus eterno e todo-poderoso, a quem ousamos chamar de Pai, dai-nos cada vez mais um coração de filhos, para alcançarmos um dia a herança que prometestes. Amém!

Editado por JorgeMacielNews

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Semana Nacional da Família 2015



A Semana Nacional da Família do ano de 2015 será celebrada entre os dias 9 e 15 de agosto, em todas as paróquias e comunidades do Brasil. E para reflexão escolheu-se o tema, “O amor é a nossa missão: a família plenamente viva.” E ao cremos no amor como nossa missão, e que esta missão é o meio de sermos completamente vivos e alcançarmos a realidade para a qual fomos criados. Acreditamos que este amor deve ser ensinado, compartilhado e comunicado na família e por ela; que é a igreja doméstica. Cremos que a família compartilha a missão de toda a Igreja, porque as famílias constituem o fundamento para todas as outras formas de comunidade. As famílias são igrejas domésticas, lugares no quais os pais auxiliam os filhos a descobrirem que Deus os ama e tem um plano para a vida de cada um.

Para sermos uma família plenamente viva, precisamos entender que todo amor dá frutos. E que embora nem todos tenham sido chamados ao matrimônio ainda assim podemos ser uma família viva. Afinal nem todos são chamados ao matrimônio. Mas toda vida é destinada a ser fecunda. Toda vida tem o poder e a necessidade de nutrir nova vida – se não for por meio da geração e criação de filhos, então por outros meios vitais de doação, de realização de obras e de serviço. Assim a Igreja é uma família com diferentes vocações, cada uma distinta, mas cada uma necessita das outras e se apoiam mutuamente.

A grande importância da família se dá porque a família é uma escola de amor, justiça, compaixão, perdão, respeito mútuo, paciência e humildade em meio a um mundo encoberto pelo egoísmo e o conflito. Neste sentido, as famílias ensinam o que significa ser humano. Contudo, são muitas as tentações que surgem procurando nos induzir a esquecer que o homem e a mulher foram criados para a aliança e a comunhão. A pobreza, a ostentação da riqueza, a pornografia, a contracepção, além dos erros de natureza filosófica e intelectual são exemplos de elementos que podem suscitar contextos de desafio ou ameaça para a vida saudável da família. A Igreja resiste a tudo isso em nome da proteção da família.

E para concretizar a nossa missão como família, Deus nos fez todos com um propósito, Seu amor é a nossa missão. Esta missão nos capacita a encontrarmos nossa verdadeira identidade. Se escolhermos abraçar esta missão, teremos uma nova perspectiva em relação a muitas questões, não somente em relação à família. Viver a missão da igreja doméstica significa que as famílias católicas, por vezes, viverão como minorias, com valores distintos daqueles da cultura à sua volta. Nossa missão de amor nos exigirá coragem e fortaleza. Jesus nos chama, e podemos dar a resposta optando pela vida de fé,

Esperança, amor, alegria, serviço e missão.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Liturgia do 18º Domingo do tempo comum - 02/08/2015




18º DOMINGO

DO TEMPO COMUM




PRIMEIRA LEITURA (Êx 16,2-4.12-15)


Leitura do Livro do Êxodo:
Naqueles dias, 2a Comunidade dos filhos de Israel pôs-se a murmurar contra Moisés e Aarão, no deserto, dizendo: 3Quem dera que tivéssemos morrido pela mão do Senhor no Egito, quando nos sentávamos junto às panelas de carne e comíamos pão com fartura! Por que nos trouxestes a este deserto para matar de fome a toda esta gente?

4O Senhor disse a Moisés: Eis que farei chover para vós o pão do céu. O povo sairá diariamente e só recolherá a porção de cada dia a fim de que eu o ponha à prova, para ver se anda ou não na minha lei. 12Eu ouvi as murmurações dos filhos de Israel. Dize-lhes, pois: Ao anoitecer, comereis carne, e pela manhã vos fartareis de pão. Assim sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus.

13Com efeito, à tarde, veio um bando de codornizes e cobriu o acampamento; e, pela manhã, formou-se uma camada de orvalho ao redor do acampamento.

14Quando se evaporou o orvalho que caíra, apareceu na superfície do deserto uma coisa miúda, em forma de grãos, fina como a geada sobre a terra.

15Vendo aquilo, os filhos de Israel disseram entre si: Que é isto? Porque não sabiam o que era. Moisés respondeu-lhes: Isto é o pão que o Senhor vos deu como alimento.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!


RESPONSÓRIO (Sl 77)


— O Senhor deu a comer o pão do céu.

— Tudo aquilo que ouvimos e aprendemos,/ e transmitiram para nós os nossos pais,/ não haveremos de ocultar a nossos filhos,/ mas à nova geração nós contaremos:/ as grandezas do Senhor e seu poder.

— Ordenou, então, às nuvens lá dos céus,/ e as comportas das alturas fez abrir;/ fez chover-lhes o maná e alimentou-os,/ e lhes deu para comer o pão do céu.

— O homem se nutriu do pão dos anjos,/ e mandou-lhes alimento em abundância;/ conduziu-os para a Terra Prometida, para o Monte que seu braço conquistou.


SEGUNDA LEITURA (Ef 4,17.20-24)


Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios:
Irmãos: 17Eis, pois, o que eu digo e atesto no Senhor: não continueis a viver como vivem os pagãos, cuja inteligência os leva para o nada.

20Quanto a vós, não é assim que aprendestes de Cristo, 21se ao menos foi bem ele que ouvistes falar, e se é ele que vos foi ensinado, em conformidade com a verdade que está em Jesus.

22Renunciando à vossa existência passada, despojai-vos do homem velho, que se corrompe sob o efeito das paixões enganadoras, 23e renovai o vosso espírito e a vossa mentalidade.

24Revesti o homem novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!


EVANGELHO (Jo 6,24-35)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 24quando a multidão viu que Jesus não estava ali, nem os seus discípulos, subiram às barcas e foram à procura de Jesus, em Cafarnaum. 25Quando o encontraram no outro lado do mar, perguntaram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui?

26Jesus respondeu: Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. 27Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois este é quem o Pai marcou com seu selo.

28Então perguntaram: Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?

29Jesus respondeu: A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou.

30Eles perguntaram: Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obra fazes? 31Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: Pão do céu deu-lhes a comer.

32Jesus respondeu: Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. 33Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo.

34Então pediram: Senhor, dá-nos sempre desse pão.

35Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede.

Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor!


HOMILIA

Dom Sérgio da Rocha

Arcebispo de Brasília


O Senhor deu a comer o pão do céu, rezamos hoje com o Salmo responsorial (Sl 77), louvando a Deus pelas vezes que temos tido a graça de receber o Pão que desceu do céu e dá a vida ao mundo (Jo 6,33). Este é o tema principal da Liturgia da Palavra. Nós continuamos a meditar o capítulo 6º do Evangelho segundo João, iniciado no último domingo. O texto, hoje proclamado, nos mostra a reação do povo diante da multiplicação dos pães. Segundo as palavras de Jesus dirigidas à multidão, eles não estavam conseguindo discernir os sinais do Reino acontecendo por meio dele. Estavam procurando-o somente porque comeram o pão e ficaram satisfeitos (Jo 6,26). O episódio torna-se ocasião para a explicação que Jesus dá sobre o sentido do sinal que ele havia realizado, o discurso sobre o pão da vida ou o pão do céu, sobre o alimento que permanece até a vida eterna, que ele mesmo dará. Na verdade, este alimento é o próprio Jesus, como ele mesmo declara: Eu sou o pão da vida (Jo 6,35).

O que fazer diante disso? A obra que Deus espera que realizemos é crer naquele que Ele enviou (Jo 6,29), segundo a resposta dada pelo próprio Jesus aos que lhe perguntaram. Esta é a resposta que Deus espera também de nós: a fé em Jesus Cristo que nos leva a discernir os sinais de sua presença entre nós. Fé que é dom de Deus a ser acolhido e alimentado pela oração, pela adoração, pela meditação da Palavra e pela participação assídua nas missas, principalmente no dia do Senhor.

No final do diálogo entre Jesus e a multidão, no qual são recordados Moisés e o maná no deserto, diante da promessa do verdadeiro pão que desce do céu, o povo pede a Jesus:Senhor, dá-nos sempre deste pão (Jo 6,34). Nós também, hoje, nos sentimos necessitados do Pão da Vida. Por isso, repetimos a súplica da multidão: Senhor, dá-nos sempre deste Pão! Assim pedimos, dispostos a valorizar sempre mais a presença de Jesus no Santíssimo Sacramento, através da comunhão eucarística, da adoração ao Santíssimo Sacramento e da vivência da comunhão que recebemos. Aproveitemos para refletir sobre como estamos participando das missas, como nos preparamos para participar da Eucaristia e sobre como vivemos a comunhão eucarística em nossas famílias, comunidades e nos diversos ambientes.

Neste início do Mês Vocacional, somos convidados a rezar, de modo especial, pelas vocações sacerdotais, refletindo sobre a sua importância na Igreja. O Pão da Vida se faz presente na celebração eucarística por meio dos sacerdotes.  Agradecemos a Deus pelo dom do sacerdócio e por cada um de nossos padres. Agradecemos aos nossos sacerdotes, reconhecendo a sua dedicação pastoral, rezando por eles, para que sejam fiéis na vivência do ministério sacerdotal.


ORAÇÃO

                             
Manifestai, ó Deus, vossa inesgotável bondade para com os filhos e filhas que vos imploram e se gloriam de vos ter como criador e guia, restaurando para eles a vossa criação, e conservando-a renovada. Amém!

Editado por JorgeMacielNews