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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

OS DOGMAS MARIANOS

Os dogmas MarianosHoje, os cristãos necessitam conhecer os dogmas marianos. A formação mariana requer o estudo dos dogmas marianos, tanto em seu conteúdo, como também em seu significado na vida cristã.
Os dogmas marianos foram conquistas históricas e teológicas do cristianismo. Fazem parte do patrimônio e da doutrina da Igreja. Brotaram do senso sobrenatural dos fiéis. Foram formulados pela Igreja. “O dogma nasce na Igreja, que acolhe a Palavra de Deus, aprofunda e evolui na compreensão do dado revelado” (padre Leomar Antônio Brustolin, teólogo mariano).
Os dogmas marianos manifestam a importância que a Igreja dá a Maria, a Mãe de Jesus Cristo. “Os dogmas marianos glorificam Maria. Ela é exaltada precisamente em sua insignificância e simplicidade, e é por intermédio dos insignificantes, dos pobres — como Maria e os que ela declara libertados — que o Reino se torna realidade entre nós.
Em toda a longa tradição cristã, os dogmas marianos concentram nossa atenção na glória de Deus que brilha sobre a mãe de Jesus” (Kahleen Coyle, missionária e escritora mariana).

Que são dogmas marianos
O termo “dogma” provém da língua grega, “dogma”, que significa “opinião” e “decisão”. No Novo Testamento, é empregado no sentido de decisão comum sobre uma questão, tomada pelos apóstolos (cf. At. 15,28). Os Padres da Igreja, antigos escritores eclesiásticos, usavam dogma para designar o conjunto dos ensinamentos e das normas de Jesus e também uma decisão da Igreja.
Paulatinamente, a Igreja, com o auxílio dos teólogos e pensadores cristãos, precisou e esclareceu o sentido de dogma. Na linguagem atual do magistério e da teologia, o ‘dogma’ é uma doutrina na qual a Igreja, quer com um juízo solene, quer mediante o magistério ordinário e universal, propõe de maneira definitiva uma verdade revelada, em uma forma que obriga o povo cristão em sua totalidade, de modo que sua negação é repelida como heresia e estigmatizada com anátema” (Marcelo Semeraro, professor de teologia).
Definidos pelo magistério da Igreja de maneira clara e definitiva, os dogmas são verdades de fé, contidas na Bíblia e na Tradição. “O magistério da Igreja empenha plenamente a autoridade que recebeu de Cristo, quando define dogmas, isto é, quando, utilizando uma forma que obriga o povo cristão a uma adesão irrevogável de fé, propõe verdades contidas na Revelação divina ou verdades que com estas têm uma conexão necessária” (Catecismo da igreja católica, no 88).
Na Igreja os dogmas são importantes, porque ajudam os cristãos a se manterem fiéis na fé genuína do cristianismo. “Os dogmas são como placas que indicam o caminho de nossa fé. Foram criados para ajudar a gente a se manter no rumo do Santuário vivo, que é Jesus” (CNBB  Com Maria, rumo ao novo milênio. pág. 81).
Referentes a Maria, a Igreja propõe quatro dogmas: Maternidade divina, Virgindade perpétua, Imaculada Conceição e Assunção. Constituem verdades que os cristãos aceitam, aprofundam e vivenciam na comunidade de fé.

Mãe de Deus
Aos 22 de junho de 431, o Concílio de Éfeso definiu explicitamente a maternidade divina de Nossa Senhora. Assim o Concílio se expressou: “Que seja excomungado quem não professar que Emanuel é verdadeiramente Deus e, portanto, que a Virgem Maria é verdadeiramente Mãe de Deus, pois deu à luz segundo a carne aquele que é o Verbo de Deus”.
A intenção do Concílio de Éfeso era a de afirmar a unidade da pessoa de Cristo. Reconhecer Maria como Mãe de Deus (“Theotokos”) significa, na verdade, professar que Cristo, Filho da Virgem Santíssima segundo a geração humana, é Filho de Deus.
O povo se alegrou tanto que levou os bispos do Concílio para suas casas e festejaram a proclamação do dogma mariano. A maternidade divina de Nossa Senhora é peça-mestra da teologia marial.

Virgindade perpétua
Conferindo as Sagradas Escrituras e os escritos dos Santos Padres, o Concílio de Latrão preconizou como verdade a Virgindade Perpétua de Maria no ano 649. Durante o Concílio, o Papa Matinho I assim afirmou: “Se alguém não confessa de acordo com os santos Padres, propriamente e segundo a verdade, como Mãe de Deus, a santa, sempre virgem e imaculada Maria, por haver concebido, nos últimos tempos, do Espírito Santo e sem concurso viril gerado incorruptivelmente o mesmo Verbo de Deus, especial e verdadeiramente, permanecendo indestruída, ainda depois do parto, sua virgindade, seja condenado”.
Nossa Senhora foi sempre Virgem, isto é, antes do parto, no parto e depois do parto. Os diversos credos e concílios antigos retomaram e afirmaram essa verdade. Santo Inácio de Alexandria, são Justino, santo Irineu, santo Epifrânio, santo Efrém, santo Ambrósio, são Jerônimo e santo Agostinho foram os exímios defensores da Virgindade de Maria. A Virgindade perpétua de Maria faz parte integrante da fé cristã.

Imaculada Conceição
Em 8 de dezembro de 1854, o papa Pio IX definiu o terceiro dogma mariano: Imaculada Conceição de Maria. Em sua Bula “Ineffabilis Deus”, o Pontífice declarou a doutrina que ensina ter sido Nossa Senhora imune de toda mancha de pecado original, no primeiro instante de sua conceição, por singular graça e privilégio de Deus Onipotente, em vista dos méritos de Cristo Jesus Salvador do gênero humano.
Duns Scott (1266-1308) foi o teólogo que argumentou, historicamente, em favor do privilégio mariano, baseando-se na redenção preventiva.
O dogma da Imaculada Conceição nos ensina que, em Maria, começa o processo de renovação e purificação de todo o povo. Ela “é toda de Deus, protótipo do que somos chamados a ser. Em Maria e em nós age a mesma graça de Deus. Se nela Deus pôde realizar seu projeto, poderá realizá-lo em nós também” (Dom Murilo S. R. Krieger – bispo e escritor mariano).

Assunção de Maria
A Assunção de Maria foi o último dogma a ser proclamado, por obra do papa Pio XII, a 1o de novembro de 1950. Na Constituição Apostólica “Munificentissimus Deus”, o Pontífice afirmou que, depois de terminar o curso terreno de sua vida, ela foi assunta de corpo e alma à glória celeste. Mais de 200 teólogos, em todas as partes da Igreja, demonstraram interesse e entusiasmo pela definição dogmática.
Imaculada e assunta aos céus, Maria é a realização perfeita do projeto de Deus sobre a humanidade. “A Assunção manifesta o destino do corpo santificado pela graça, a criação material participando do corpo ressuscitado de Cristo, e a integridade humana, corpo e alma, reinando após a peregrinação da história” (CNBB – Catequese renovada, no 235).
Os dogmas marianos iluminam a vida espiritual dos cristãos. “Os dogmas são luzes no caminho de nossa fé, que o iluminam e tornam seguro” (Catecismo da igreja católica, no 90).

Por Padre Eugênio Antônio Bisinoto – C.Ss.R.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Maria vai ao encontro de Isabel



Naqueles dias, Maria se levantou e foi às pressas às montanhas, a uma cidade de Judá”.
A primeira característica desta visita de N. Senhora foi a sua motivação para fazer uma visita a sua prima Isabel. Quando temos motivação para fazer algo, já indica que vamos fazer algo de muito importante que perpassa pelas nossas emoções e sentimentos, produzindo em nós uma necessidade apressada de concretizar tal gesto. A primeira característica de Maria que motivou a sua visita a Isabel, foi a “pressa”. Ela se levantou e foi às pressas às montanhas….

A segunda característica que encontrei foi à saudação. “Maria entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel” Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança que estava em seu ventre estremeceu no seu ventre e no mesmo momento Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Que maravilha de saudação que é capaz de envolver toda a pessoa de Isabel ao ponto de estremecer até o seu ventre onde estava João Batista. Maria estava ali por inteira e levava consigo o menino Deus. Quando nos encontramos com alguma pessoa ou nos relacionamos com ela mesmo que por alguns minutos, este momento deve produzir o mesmo impacto que produziu no encontro de Maria com Isabel. Temos que transportar através da nossa saudação os efeitos de carregarmos em nós a presença de Deus. Maria levava Deus em si, e foi Deus que ela transmitiu a Isabel. “Isabel ficou cheia do Espírito Santo”. 

A terceira característica vem logo a seguir. Isabel exclama em alta voz; “Bendita és tu entre as mulheres e bendito o fruto do teu ventre. Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe do meu Senhor?” Ora, quem havia dito a Isabel que Maria estava grávida? Por acaso, naquela época já havia telefone? Claro que não! Quem a revelou foi o Espírito Santo que estava presente naquele encontro. Quando Deus está presente em nossa vida, onde e com quem encontrarmos produziremos diálogos profundamente proféticos e construtivos. Está é uma terceira característica da visita de Maria a sua prima Isabel.

A quarta e última característica é a mais perfeita ainda. Após a declamação de Isabel, Maria é inspirada a compor uma das orações mais lindas que a bíblia tem. “Minha alma glorifica ao Senhor, meu Espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador…”. Um encontro que gera louvor, onde Deus passa a ser o primeiro plano, o maior motivo da nossa presença ali. Quando estas quatro características vier a fazer parte da nossa conduta, então, não haverá possibilidade de alguém passar em vão em nossa vida.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O SIM DE MARIA

maria07A Bíblia  nos diz muito pouco acerca de Maria. Por outro lado, tudo que sabemos sobre sua vida aponta para o Seu amado Filho e Salvador. Ela também não disse muitas coisas; no entanto, disse uma palavra que mudou toda a História. Maria disse  SIM. Essa  pequena palavra veio do coração puro de uma mulher simples, que poderia ter dito não  com a mesma facilidade. Em vez disso,  Maria se entregou por completo a Deus que se dera primeiro a Ela.
O caminho de quem escolhe Deus implica em esvaziar-se de si mesmo e entregar-se a Ele sem reservas e sem questionamentos, como Maria.
Quando aceitamos o convite de Deus, nossa história pessoal muda para sempre e nascemos de novo.
Quando nos rendemos a Deus, passamos a viver a verdade, porque passamos a amar de verdade.
Assim como Maria deveríamos dar o nosso sim a Deus, pois o Seu sim nos ensina a diminuir, cada vez mais, a sermos pequenos, a nos mantermos ocultos, para que o Deus de amor possa, verdadeiramente, se manifestar em nós e através de nós, manifestar-se  nos outros.
O sim de Maria nos ensina a nos esvaziarmos de nós mesmos, de modo que possamos ser preenchidos com a presença de Deus em nossa vida.
O sim de  Maria deu origem a um cântico novo, um cântico de esperança, um cântico de júbilo – o Magnificat.  Esse cântico de louvor é uma resposta ao grande amor que Ela recebeu como resultado do Seu sim.
Maria escolheu o Senhor todos os dias, todos os momentos de sua vida e O revelou aos outros.
Devemos olhar para Maria e seguir o seu exemplo  e assim, transmitir aos outros, com testemunho, a presença de Jesus vivo em nós.
”Quero dizer meu sim
Como tú Maria
Como tudo, um dia
Como tu Maria”
Maria Salomé Ventura

domingo, 11 de dezembro de 2011

LITURGIA DO 3º DOMINGO DO ADVENTO - 11/12/2011



"DEUS VEM PARA A ALEGRIA DOS POBRES!"
Este terceiro domingo do Advento é um convite para vivermos e testemunharmos a alegria. Alegria que não é mera diversão ou euforia. É a alegria da certeza de que o Reino de Deus está no meio de nós, por isso, com o Apóstolo Paulo, dizemos: “Estai sempre alegres!” e “Daí graças em todas as circunstâncias, porque essa é a vontade do Senhor a vosso respeito”.

3º DOMINGO DO ADVENTO
1ª Leitura: Is        61,1-2a.10-11
Responsório:  Lc 1,46-50.53-54
2ª Leitura: 1Ts 5, 16-24
Evangelho: Jo 1, 6-8.19-28
  
EVANGELHO – JOÃO 1, 6-8.19-28
6Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. 7Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. 8Ele não era a luz, mas veio dar testemunho da luz.

19Este foi o testemunho de João, quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar: “Quem és tu?”

20João confessou e não negou. Confessou: “Eu não sou o Messias”.

21Eles perguntaram: “Quem és, então? És tu Elias?” João respondeu: “Não sou”. Eles perguntaram: “És o Profeta?” Ele respondeu: “Não”.

22Perguntaram então: “Quem és, afinal? Temos de levar uma resposta para aqueles que nos enviaram. O que dizes de ti mesmo?”

23João declarou: “Eu sou a voz que grita no deserto: ‘Aplainai o caminho do Senhor’” — conforme disse o profeta Isaías.

24Ora, os que tinham sido enviados pertenciam aos fariseus 25e perguntaram: “Por que então andas batizando, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?”

26João respondeu: “Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não conheceis, 27e que vem depois de mim. Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias”.

28Isto aconteceu em Betânia, além do Jordão, onde João estava batizando.

Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA – Dom Henrique Soares da Costa

Este terceiro domingo do Advento tem um tema predominante: a alegria provocada pela vinda do Senhor. Por isso, a cor rosa, que pode ser usada como um roxo atenuado. Alegrai-vos (Gaudete!) – convida-nos a liturgia, inspirando-se nas palavras do Apóstolo: “Alegrai-vos sempre no Senhor. De novo eu vos digo: alegrai-vos! O Senhor está perto!” (Fl. 4,4s).

Mas, pensando bem: há motivos para alegria verdadeira, profunda, responsável? Ante as lutas e fardos da vida, podemos realmente alegrar-nos? Antes as feridas e machucaduras do nosso coração, é possível uma alegria duradoura e verdadeira? Ante os desacertos e desvios do mundo, é realmente possível este gáudio a que nos convida a Igreja, com as palavras de São Paulo? E, no entanto, o convite é insistente: Alegrai-vos!

Contudo, antes do convite à alegria, ao júbilo, à exultação, permiti-me um outro convite: pensemos na vida de frente, como ela é, para cada um de nós e para os outros. Faço este convite porque somente assim nossa alegria poderá ser realista e verdadeira. Não esqueçamos que há também uma alegria boba, tola, tonta, irresponsável, que brota da superficialidade ou da ilusão... Não é dessa que falamos aqui...

Pois bem! A nossa vida – a minha, a sua! - gostaríamos que ela fosse como quiséramos, gostaríamos de controlá-la, de garantir que tudo saísse bem para nós e para os nossos, para os nossos e para todos... E, no entanto, constatamos com pesar que não temos em nossas mãos a nossa existência. Que duras as palavras de Jeremias profeta: “Eu sei, Senhor, que não pertence ao homem o seu caminho, que não é dado ao homem, que caminha, dirigir os seus passos” (10,23). O mundo não é como gostaríamos, os nossos caros não são e não vivem como esperávamos e nós mesmos tampouco vivemos a vida que sonhamos... Nosso mundo anda estressado, as pessoas sentem-se sozinhas, meio como que perdidas, ante uma crise generalizada de valores e de sentido... Que caminho seguir? Que rumo tomar? Que valores são valores realmente ou, ao invés, mera ilusão? Conservamos ou destruímos o sentido sagrado do matrimônio e da família? O Governo Lula começa a dar os primeiros passos para legalizar o assassinato de crianças no útero materno – vamos concordar? Vamos ainda votar nos deputados e senadores de Alagoas que votarem a favor desse crime pagão? Vamos reeleger esse presidente, caso ele aprove esse crime hediondo? Castidade, honestidade, respeito pela vida, moralidade, são ainda valores? A vida é, deveras, estressante... E o Senhor nos exorta: Alegrai-vos! E neste Domingo de Advento, a Igreja insiste: Alegrai-vos! Alegrai-vos no Senhor! O cristão não tem direito ao desânimo, ao desespero, ao derrotismo... Alegrai-vos! E alegrai-vos sempre! Mas, alegrai-vos no Senhor! E por quê? Porque ele está perto! Não nos deixa nunca: ele vem sempre como Emanuel - Deus conosco!

Pensemos nas palavras tão consoladoras das leituras deste hoje! São para a terra deserta do coração do mundo e para o nosso: “Alegre-se a terra que era deserta e intransitável, exulte a solidão e cresça como um lírio. Germine e exulte de alegria e louvores! Seus habitantes verão a glória do Senhor, a majestade do nosso Deus!” Que cristão, que homem ou mulher de boa vontade não lamentam a situação atual da humanidade? Quem não sente na vida a tentação de fraquejar, e a mordida do desencanto? Quem, às vezes, não pergunta onde Deus está, que parece tão distante e ausente? Escutai: “Fortalecei as mãos enfraquecidas e firmai os joelhos debilitados. Dizei às pessoas deprimidas: ‘Criai ânimo, não tenhais medo! Vede, é o vosso Deus: ele vem para vos salvar!’” É esta a esperança do santo Advento: a esperança num Deus que não nos esquece, não nos desilude, não nos deixa sozinhos... um Deus que vem ao nosso encontro no Santo Messias esperado! O profeta Isaías promete: “Então se abrirão os olhos dos cegos e se descerrarão os ouvidos dos surdos. O coxo saltará como um cervo e se desatará a língua dos mudos”. E o que o profeta promete, o Senhor Jesus vem realizar: “Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e os pobre são evangelizados!" Eis aqui o motivo da nossa alegria: a certeza da fé em Jesus Cristo: ele é a presença pessoal de Deus entre nós, ele é aquele que cura nossas feridas, sustenta-nos na fraqueza, enche de doce presença o nosso coração solitário! Confiemos ao Senhor o mundo, a nossa vida, os nossos problemas, as coisas que nos preocupam. Lutemos e confiemos; lutemos e enchamos o coração de esperança no Senhor! A salvação que ele trouxe haverá de se manifestar um dia: “A Vinda do Senhor esta próxima” – diz-nos São Tiago!

As grandes tentações para o cristão de hoje são a falta de entusiasmo e de esperança, um cansaço ante a paganização do mundo e a teimosia humana... A consequência é a falta de uma alegria verdadeira. Procuram-se cristãos alegres, cristãos convictos, cristãos radicais! Precisa-se urgentemente de cristãos apaixonados, cristãos de verdade, cristãos que creiam no que acreditam! Afinal, somente há alegria duradoura e profunda somente quando se encontra o sentido da existência, e este sentido nos é oferecido pelo Cristo; unicamente em Cristo! Esperemos nele: na sua palavra, no seu juízo, na sua graça! Ele não nos esqueceu, ele não está ausente do mundo e da nossa vida! Recordemos a forte exortação de São Tiago: “Ficai firmes até à Vinda do Senhor! Ficai firmes e fortalecei vossos corações, porque a Vinda do Senhor está próxima! Irmãos, tomai como modelo de sofrimento e firmeza os profetas que falaram em nome do Senhor!”

O Advento não somente nos prepara para a celebração da primeira vinda do Senhor no Natal, mas nos convida a reconhecer suas vindas na nossa vida e a esperar com ânsia e compromisso sua Vinda final! Caminhemos caríssimos, na alegria de quem espera com certeza: “Alegrai-vos sempre no Senhor! O Senhor está perto!”

ORAÇÃO
Ó Deus de bondade, que vedes o vosso povo esperando fervoroso o natal do Senhor, daí chegarmos às alegrias da Salvação e celebrá-las sempre com intenso júbilo na solene liturgia. Amém!

sábado, 10 de dezembro de 2011

QUAL A MAIOR NECESSIDADE DA NOSSA FAMÍLIA?



Monsenhor Jonas Abib

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

“Vieram pessoas trazendo numa padiola um homem que estava paralisado; eles procuravam fazê-lo entrar e coloca-lo diante dele; e como, por causa da multidão, não viam por onde faze-lo entrar, subiram ao telhado e, através das telhas, fizeram-no descer com a sua padiola no meio da assistência, diante de Jesus. Vendo-lhes a fé, ele disse: ‘Teus pecados te são perdoados’” (Lc 5,18-19).

Aquele homem não tinha mais como ir sozinho, tal era a situação a que ele havia chegado. Foram seus amigos que o colocaram na maca e o levaram para Jesus. Tiveram um grande trabalho porque não tinham como entrar. Mas finalmente conseguiram levá-lo à presença de Jesus.

É assim que precisamos fazer com os nossos. Não podemos parar de trabalhar enquanto não conseguirmos levá-los todos até Jesus. Ao ver aquele homem na padiola, Jesus percebeu que a maior necessidade desse homem era o perdão dos seus pecados.

A maior necessidade dos nossos é essa também. Eles estão nesta situação porque foram para longe de Deus e acabaram no pecado, como aquele homem paralisado. O pecado vai entrevando a pessoa de tal maneira que se torna vão qualquer socorro humano. É preciso o socorro divino.

Deus o abençoe!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Tradições de Natal são “ilhas de fé” para a alma frente ao consumismo

Ao receber  a um grupo de fiéis chegados da região alemã da Bavária com quem compartilhou um encontro cultural sobre o Advento, o Papa Bento XVI explicou que as autênticas tradições de Natal se convertem em “ilhas de fé” para a alma em meio de um tempo cheio de atividade desenfreada e excessivo consumismo.
Na Sala Clementina, uma emissora bávara ofereceu ao Santo Padre um encontro cultural sob o titulo “Advento e Natal nos Alpes Bávaros”, que começou com a projeção do documentário “O céu na Terra” de Sigrid Esslinger que mostra o clima espiritual do tempo de Advento na terra natal do Papa. Logo, o Ensemble e o “Coro Montini” interpretaram o Oratório Natalício dos Alpes.
A Rádio Vaticano informou que, em alemão, Bento XVI explicou que na Bavária o Advento é chamado “tempo silencioso”, porque a natureza faz uma pausa; a terra está coberta de neve, não se pode trabalhar o campo, e todos estão necessariamente em suas casas.
Em meio desse ambiente natural, prosseguiu o Papa, o silêncio do lar se faz, pela fé, espera do Senhor, alegria de sua presença. E assim surgem as melodias, as tradições que como hoje um pouco fazem “o céu presente na terra”
Seguidamente o Santo Padre advertiu que “hoje o Advento é –com freqüência– justamente o contrário: tempo de desenfreada atividade, compra-se, vende-se, faz-se preparativos de Natal, das grandes refeições, etcétera”.
“Mas como viram, as tradições populares da fé não desapareceram, mais ainda, foram renovadas, aprofundadas, atualizadas. E assim criam ilhas para a alma, ilhas do silêncio, ilhas da fé, ilhas para o Senhor, em nosso tempo, e isto me parece muito importante”, indicou.
O Papa aproveitou também para felicitar o Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de estado do Vaticano, ontem foi seu aniversário, e agradeceu em particular a todos aqueles que nas famílias e nas Igrejas fazem presente a realidade da fé em suas casas nestes tempos.
“Esperamos –concluiu Bento XVI– que também em futuro esta força da fé, sua visibilidade, permaneça e ajude a sair adiante, como o Advento quer, em direção ao Senhor”.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

ADVENTO, A REALIZAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DA ALIANÇA

Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto-SP


Começamos novo Ano Litúrgico e um novo ciclo da liturgia com o Advento, tempo de preparação para o nascimento de Jesus Cristo no Natal. É hora de renovação das esperanças, com a advertência do próprio Cristo, quando diz: “Vigiai!”, para não sermos surpreendidos.

A chegada do Natal, preparado pelo ciclo do Advento, é a realização e confirmação da Aliança anunciada no passado pelos profetas. É a Aliança do amor realizada plenamente em Jesus Cristo e na vida de todos aqueles que praticam a justiça e confiam na Palavra de Deus.

Estamos em tempo de educação de nossa fé, quando Deus se apresenta como oleiro, que trabalha o barro, dando a ele formas diversas. Nós somos como argila, que deve ser transformada conforme a vontade do oleiro. É a ação de Deus em nossa vida, transformando-a de Seu jeito.

Neste caminho de mudanças, Deus nos deu diversos dons conforme as possibilidades de cada um. E somos conduzidos pelas exigências da Palavra de Deus. É uma trajetória que passa pela fidelidade ao Todo-poderoso e ao próximo, porque ninguém ama a Deus não amando também o seu irmão.

O Advento é convocação para a vigilância. A vida pode ser cheia de surpresas e a morte chegar quando não esperamos. Por isso é muito importante estar diuturnamente acordado e preparado, conseguindo distanciar-se das propostas de um mundo totalmente afastado de Deus.

Outro fato é não desanimar diante dos tipos de dificuldades e de motivações que aparecem diante nós. Estamos numa cultura de disputa por poder, de ocupar os primeiros lugares sem ser vigilantes na prestação de serviço. Quem serve, disse Jesus, é “servo vigilante”.

Confiar significa ter a sensação de não estar abandonado por Deus. Com isso, no Advento vamos sendo moldados para acolher Jesus no Natal como verdadeiro Deus. Aquele que nos convoca a abandonar o egoísmo e seguir Jesus Cristo.

Preparar-se para o Natal já é ter a sensação das festas de fim de ano. Não sejamos enganados pelas propostas atraentes do consumismo. O foco principal é Jesus Cristo como ação divina em todo o mundo.

ADVENTO
O Ano Litúrgico começa com o Tempo do Advento; um tempo de preparação para a Festa do Natal de Jesus. Este foi o maior acontecimento da História: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. Esse acontecimento precisa ser preparado e celebrado a cada ano. Nessas quatro semanas de preparação, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e que vem no final dos tempos.

Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Um dia, o Senhor voltará para colocar um fim na História humana, mas o nosso encontro com Ele também está marcado para logo após a morte.

Nas duas últimas semanas, lembrando a espera dos profetas e de Maria, nós nos preparamos mais especialmente para celebrar o nascimento de Jesus em Belém. Os Profetas anunciaram esse acontecimento com riqueza de detalhes: nascerá da tribo de Judá, em Belém, a cidade de Davi; seu Reino não terá fim... Maria O esperou com zelo materno e O preparou para a missão terrena.

COROA DO ADVENTO
Para nos ajudar nesta preparação usa-se a Coroa do Advento, composta por 4 velas nos seus cantos – presas aos ramos formando um círculo. A cada domingo acende-se uma delas. As velas representam as várias etapas da salvação. Começa-se no 1º Domingo, acendendo apenas uma vela e à medida que vão passando os domingos, vamos acendendo as outras velas, até chegar o 4º Domingo, quando todas devem estar acesas. As velas acesas simbolizam nossa fé, nossa alegria. Elas são acesas em honra do Deus que vem a nós. Deus, a grande Luz, "a Luz que ilumina todo homem que vem a este mundo", está para chegar, então, nós O esperamos com luzes, porque O amamos e também queremos ser, como Ele, Luz.

TERMO
Advento vem de adventus, vinda, chegada, próximo a 30 de novembro e termina em 24 de dezembro. Forma uma unidade com o Natal e a Epifanía.

COR
A Liturgia neste tempo é o roxo.

SENTIDO
O sentido do Advento é avivar nos fiéis a espera do Senhor.

DURAÇÃO
4 semanas

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

RESULTADO FINAL DIA NACIONAL DE CONTRIBUIÇÃO

Caríssimos MFCistas do nosso Brasil.
Paz e Bem!
Encaminhamos o Resultado do Dia Nacional de Contribuição encerrada em 02/12/2011.
Estamos encantados com o retorno da Campanha.
Uma demonstração concreta de um MFC, 
Dinâmico e Comprometido;
Autêntico e Coerente.
Atitudes que apontam para a responsabilidade
daqueles que acreditam no valor do MFC
na Construção do Reino de Deus.


Fraternalmente,
Equipe do CONDIN

domingo, 4 de dezembro de 2011

04/dezembro/2011– 2o Domingo do Advento

Evangelho: (Mc 1, 1-8)
"Convertei-vos"
Em nossa caminhada para o Natal, a liturgia desse domingo nos convida a nos despir dos valores efêmeros e egoístas que muitas vezes nos fascinam, para dar lugar em nós aos valores do Reino de Deus.
As leituras bíblicas apresentam duas figuras típicas do Advento: Isaías e João Batista
Na 1ª leitura, Isaías apresenta um enviado de Javé, descendente de Davi, com a missão de construir um Reino de Justiça e Paz. (Is. 11,1-10)
É uma das maiores profecias do Antigo Testamento referentes ao Messias, com que o profeta reaviva a esperança do seu povo, diante das ameaças do imperialismo dos assírios. O poema dá as características:
- será descendente de Davi: (Jessé é pai de Davi) "Naqueles dias, do tronco de Jessé sairá um ramo e um broto de sua raiz".
- Será animado pelo Espírito de Deus. Como na Criação, sobre ele pousará o Espírito do Senhor: Espírito de sabedoria e inteligência, de conselho e de fortaleza, de conhecimento e de temor de Deus, (de piedade).
É esta a origem da nossa lista dos 7 dons do Espírito Santo.
- Será portador da justiça e da Paz: "Trará justiça para os humildes..." Haverá a reconciliação da criação: voltará a harmonia perdida entre o homem e a natureza, entre os animais selvagens e domésticos.
Jesus é o "messias"  que veio tornar realidade o sonho do profeta. Ele iniciou esse "Reino" novo de justiça, de harmonia, de paz sem fim. Cheio do Espírito de Deus, ele passou pelo mundo convidando os homens a se tornarem "filhos de Deus" e a viverem no amor e na partilha.
Mas a profecia está longe de sua completa realização. O Reino novo trazido por Jesus só poderá se estabelecer a partir de nossa conversão pessoal, familiar e comunitária.
Na 2ª leitura Paulo exorta os cristãos de Roma a viverem no amor, dando testemunho de união, de amor, de partilha, de harmonia, a fim de que louvem a Deus, com um só coração e uma só alma. (Rm. 15,4-9)
No Evangelho, João Batista anuncia que esse Reino está próximo, mas para que se torne realidade precisa converter-se (Mt. 3,1-12)
- Personalidade: é uma figura impressionante, que fascina o povo; tem um estilo de vida austera: no vestir, no comer, no falar, no morar... Vive no "deserto", lugar das privações, do despojamento, mas também lugar tradicional dos encontros entre Deus e Israel.
- Mensagem: é um apelo à conversão - "Convertei-vos, porque o Reino dos céus está próximo..." "Preparai o caminho do Senhor: endireitai as veredas para ele."
- Reação ao anúncio:
- o povo simples: reconhece seus erros e pede o batismo;
- os fariseus e saduceus vão ao encontro de João por curiosidade apenas e são desmascarados: "Raça de cobras venenosas... produzam frutos que a conversão exige e não se iludam a si mesmos, dizendo: “Abraão é nosso Pai".
- O batismo de João: consistia na imersão na água do rio Jordão para as pessoas que aderiam a esse apelo de conversão. Significava o arrependimento, o perdão dos pecados e a agregação ao povo fiel. Mas ele avisa, que aquele que vem depois dele "batizará no Espírito Santo e no fogo..."
Portanto o batismo de Jesus vai muito além do batismo de João: 1) confere, a quem o recebe, a vida de Deus e torna-o filho de Deus; 2) incorpora-o à Igreja e torna-o participante da missão da Igreja no mundo.
É um quadro de vida completamente novo, uma relação de filiação com Deus e de fraternidade com Jesus e com todos os outros batizados. É um sacramento.
A voz de João Batista continua convidando à conversão...
Não é possível acolher "aquele que vem" se o nosso coração estiver cheio de egoísmo, de orgulho, de auto-suficiência, de preocupação com os bens materiais.
Se quisermos celebrar a vinda do Senhor e participar do seu Reino, devemos preparar o caminho, mudar o nosso coração. Nesse itinerário, não há espaço para a hipocrisia. Não bastam as aparências, apenas dizer que somos cristãos porque recebemos o batismo. A conversão deve ser comprovada pela ação.
Os frutos de conversão comprovam a autenticidade da nossa conversão: não bastam alguns sentimentos religiosos... ou algumas práticas piedosas... Precisamos apresentar frutos de conversão: paz, fraternidade, justiça...
- Quais os caminhos tortos, que devemos endireitar?
- Quais os frutos de conversão que Deus está esperando de nós, neste Advento, em preparação ao Natal?
- Estamos convencidos de que, se não dermos esse passo, nunca será Natal em nós, nem mesmo no dia 25 de dezembro?
Deus espera que tenhamos a coragem de dar esse passo!

padre Antônio Geraldo Dalla Costa 

sábado, 3 de dezembro de 2011

COMO ENFRENTAR O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO? - Artigo de Suzy Maurício


COMO ENFRENTAR O MEDO
DE FALAR EM PÚBLICO?

Como enfrentar o medo de falar em público?
Uma série de respostas psicológicas e fisiológicas acompanha a timidez. O tímido ao falar em público pode suar frio, os batimentos cardíacos se aceleram, podem apresentar um branco, queda de pressão arterial, tontura, náuseas, ansiedade, medo, etc. O entendimento/enfrentamento de situações que causem algum tipo de bloqueio é o que há de acertivo a ser feito.

Se o tímido tem medo de falar em público, deverá organizar estratégias que o levem a contornar tal vivência. Evitar não é a solução, é preciso entender o motivo do bloqueio e aos poucos superar, na prática, tais situações. Mudando modos e atitudes. Mesmo os não-tímidos, em alguns momentos, podem apresentar um branco, um travamento na fala, nervosismos em situações públicas.

O desconhecido é algo que nos causa receio, medo, mas temos de substituir a timidez pelo enfrentamento-conhecimento. Entender a  nossa dificuldade ao falar em público, sua motivação,  é fundamental.

As relações sociais exigem desprendimento, grupalização, somos gregários por natureza. Na introspecção estamos sozinhos, com nossos próprios botões. Necessitamos nos relacionar com um outro para desenvolver nossas habilidades e potencialidades:  família, amigos, colegas de trabalho, etc. Aprender.

O ideal é começar a não pensar sobre o que os outros vão achar de nós quando nos pronunciarmos numa sala de aula, quando defendermos nossas concepções no trabalho, quando decidimos expor nossa acepção de mundo. Pessoas muito introvertidas podem perder excelentes oportunidades, por exemplo, em uma seleção de emprego. Caso elas não se pronunciam diante de uma entrevista, sobre o que sabem, muitas vezes, por receio, não poderão demonstrar que são capazes de assumir tal cargo e que são detentoras de muitas qualidades pessoais. Podem até perder um grande amor por um bloqueio em dizer: olha, eu quero estar com você, etc.

Para melhorar a timidez, é importante o esporte, teatro, envolvimento grupal, cultural e autoconhecimento. Autoconfiança é um componente importante no falar, seja em situações privadas ou públicas. Comecemos ver esta questão na infância, incentivando nossos filhos para a exposição oral, questionamentos em sala de aula, dramatizações, etc. A escola, como nós, auxilia nesta edificação. Aplaudindo, reforçando, sugerindo, motivando e propiciando que eles desenvolvam uma autoestima construtiva.

Entender e trabalhar o medo da exposição, medo da crítica, de errar, de engasgar na fala… Quando estamos seguros do que iremos falar(conteúdo) e do que pretendemos alcançar em nossos discursos, estaremos tranquilos para transmitir, defender e requisitar o que desejamos, através da linguagem: no pessoal, profissional, social, público.

Somos seres de linguagem, de emoções, de ação. A vida nos impõe a todo instante uma conduta de movimento, de pronunciamento, de interação, de atitude. Não podemos viver a vida apenas como espectadores, vendo a banda passar.

SUGESTÕES:
- Saiba do conteúdo que vai falar;
- Respire devagar;
- Tente controlar seu nervosismo;
- Fale pausadamente;
- Observe as pessoas que te ouvem;
- Interaja com elas (ainda que com o olhar);
- Enfrente seus medos, a prática irá te dando mais confiança;
Não desista! Cada situação é um aprendizado, a prática é a grande mestra.

Fonte: http://suzymauricio.blogsdagazetaweb.com