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domingo, 9 de dezembro de 2012

LITURGIA DO 2º DOMINGO DO ADVENTO - 09/12/2012



  
   
“AS PASSAGENS TORTUOSAS
FICARÃO RETAS!”

Advento! Tempo de se preparar para acolher o Senhor que vem! Por mais escuro que esteja o horizonte, à nossa frente, precisamos acreditar que dias melhores virão, pois Deus é fiel e não abandona seu povo. Sinais de que o Senhor está presente e agindo, não faltam. Precisamos acolher e cultivar a esperança de que um mundo novo é possível. Deus acredita em nós. Precisamos também acreditar Nele.


2º DOMINGO DO ADVENTO

1ª Leitura: Br 5,1-9
Salmo Responsório:  125
2ª Leitura: Fl 1,4-6.8-11
Evangelho: Lc 3,1-6

EVANGELHO
LUCAS 3,1-6

1No décimo quinto ano do império de Tibério César, quando Pôncio Pilatos era governador da Judeia, Herodes administrava a Galileia, seu irmão Filipe, as regiões da Itureia e Traconítide, e Lisânias a Abilene; 2quando Anás e Caifás eram sumos sacerdotes, foi então que a palavra de Deus foi dirigida a João, o filho de Zacarias, no deserto.

3E ele percorreu toda a região do Jordão, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados, 4como está escrito no Livro das palavras do profeta Isaías: “Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas. 5Todo vale será aterrado, toda montanha e colina serão rebaixadas; as passagens tortuosas ficarão retas e os caminhos acidentados serão aplainados. 6E todas as pessoas verão a salvação de Deus’”.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Portal Dehonianos

Podemos situar o tema deste domingo à volta da missão profética. Ela é um apelo à conversão, à renovação, no sentido de eliminar todos os obstáculos que impedem a chegada do Senhor ao nosso mundo e ao coração dos homens. Esta missão é uma exigência que é feita a todos os batizados, chamados – neste tempo em especial – a dar testemunho da salvação/libertação que Jesus Cristo veio trazer.

O Evangelho apresenta-nos o profeta João Batista, que convida os homens a uma transformação total quanto à forma de pensar e de agir, quanto aos valores e às prioridades da vida. Para que Jesus possa caminhar ao encontro de cada homem e apresentar-lhe uma proposta de salvação, é necessário que os corações estejam livres e disponíveis para acolher a Boa Nova do Reino. É esta missão profética que Deus continua, hoje, a confiar-nos.

A primeira leitura sugere que este “caminho” de conversão é um verdadeiro êxodo da terra da escravidão para a terra da felicidade e da liberdade. Durante o percurso, somos convidados a despir-nos de todas as cadeias que nos impedem de acolher a proposta libertadora que Deus nos faz. A leitura convida-nos, ainda, a viver este tempo numa serena alegria, confiantes no Deus que não desiste de nos apresentar uma proposta de salvação, apesar dos nossos erros e dificuldades.

A segunda leitura chama a atenção para o fato de a comunidade deve se preocupar com o anúncio profético e deve manifestar, em concreto, a sua solidariedade para com todos aqueles que fazem sua a causa do Evangelho. Sugere, também, que a comunidade deve dar um verdadeiro testemunho de caridade, banindo as divisões e os conflitos: só assim ela dará testemunho do Senhor que vem.

ORAÇÃO

Ó Deus todo-poderoso e cheio de misericórdia, nós vos pedimos que nenhuma atividade terrena nos impeça de correr ao encontro do vosso Filho, mas, instruídos pela vossa sabedoria, participemos da plenitude de sua vida.  Amém!
“SE NÃO PARTICIPARMOS DA MISSA, DE NADA VALE NOSSO ESFORÇO SEMANAL.”

Editado por MFC ALAGOAS

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

ADVENTO E NATAL - Artigo de James Magalhães de Medeiros




ADVENTO E NATAL

N
ão posso e não poderia, na condição de cristão católico, iniciar o mês de dezembro sem meditar com vocês, sobre o significado do natal. Falo como leigo e missionário da palavra de Deus, pois integrante de Movimento da Igreja Católica. Neste primeiro domingo do mês, a nossa Igreja celebra o início do tempo de advento ou tempo de espera. Também, a cada ano repetimos o evento do natal. Na verdade é um período em que, para uns, as mudanças são positivas, enquanto que, para outros, nada muda, parece que tudo continua a mesma coisa.

Para quem vive da espera do natal desacreditado e sem esperança, estará vivendo um deserto pessoal, e a única luz que pode acender nesses momentos é a luz da fé. Assim diz a palavra de Jesus, segundo São Lucas: “Portanto, ficai atentos e orai a todo momento, a fim de terdes força para escapar de tudo o que deve acontecer e para ficardes em pé diante do Filho de Homem”.

Nesse período que antecede ao natal, é dever do cristão fazer a sua renovação de vida, tirando toda a sujeira e entraves da caminhada, para o grande encontro com o Filho do Homem. Mas, para tanto, precisamos está fortes e preparados, como nos orienta São Paulo aos Tessalonicenses: “O Senhor vos conceda que o amor entre vós e para com todos aumente e transborde sempre mais, a exemplo do amor que temos por vós”.

É preciso que este tempo de advento seja iniciado, com a coragem de querer mudar a nossa vida, em todos os sentidos, humanos e pessoais, visíveis e disponíveis, para que no natal estejamos plenos de amor e de fé, e possamos viver o grande encontro da criatura com o seu criador.

Afinal o que Deus quer de cada um de nós, é que cumpramos a sua lei – amar a Deus e ao próximo – pois aí está a prática da verdadeira justiça. Aí está todo o sentido de nossa vida cristã – viver na prática do amor – nos dois sentidos: espiritual e temporal, o primeiro focado Nele, como Criador do Universo, e o segundo, no próximo, nosso irmão. Fora desse contexto, estaremos a viver em eterno deserto.

Assim sendo, se acreditamos que o Deus da nossa fé é fonte de vida e de alegria, então porque não nos entregar a Ele, pedindo e rogando, para que ilumine a nossa vida diante da corrupção e do desprezo à ética e aos valores morais na vida pública e no convívio social!

E mais, que no natal que iremos viver e celebrar, com fé e esperança, venha a nós o vosso Reino para saciar-nos a fome de beleza e semear partilha onde há acúmulo, alegria onde irrompeu a dor, gosto de festa onde campeia desolação,... nas sábias palavras de Frei Beto.

Finalizo estas linhas, na certeza de que você, meu caríssimo irmão, saberá construir um natal de renovação, direcionado para uma nova vida, uma vida embasada na fé e na prática do verdadeiro amor.  

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

CORREIO MFC BRASIL Nº 298





O primeiro passo para compreender e aceitar Jesus como modelo para homens e mulheres de todos os tempos, é compreender e aceitar a sua humanidade verdadeira. Jesus esteve sujeito plenamente às nossas mesmas limitações humanas, tornando-se igual a nós, em tudo menos no pecado. Essa diferença única quer significar que Jesus nunca se colocou contra o projeto de Deus, como o fazemos com infeliz frequência.

JESUS VERDADEIRO HOMEM – PARTE I
HELIO AMORIM – MFC/RJ

J
esus nasceu carente e indefeso, precisando dos cuidados diligentes de seus pais para sobreviver, aprender a andar, a se alimentar, a ler e escrever, como qualquer ser humano. Assim foi desenvolvendo sua personalidade, sob os mesmos impulsos que nos animam. Sua natureza divina se manteve oculta, e em nada interferia em sua natureza humana, como é afirmado, oficialmente no Concílio de Calcedônia.

Esse Concílio se preocupou em deixar isto claro, pois muitos cristãos entendiam a humanidade de Jesus como uma encenação preparada por Deus para fingir-se homem, desempenhando um papel em que as limitações humanas não passariam de mera representação teatral para apenas transmitir uma mensagem ensaiada antecipadamente. Se assim fosse, Jesus não poderia ser modelo para o homem comum.

Não se pode, por exemplo, aceitar que Jesus já nasce predestinado a morrer tão jovem e daquela maneira. Ele próprio não esperava por isso. Só no último ano de sua vida pública começou a ter consciência dos perigos que corria por sua pregação e seus atos. É a partir dessa percepção que ele se torna mais cauteloso, falando por parábolas para que ficasse mais difícil usarem contra ele as denúncias contundentes que fazia em público. Os teólogos se referem a esta guinada na pregação de Jesus como a crise da Galileia.

Era de se esperar que a sua fidelidade à missão de anunciar o Reino, naquele contexto histórico marcado pela injustiça e a opressão política e religiosa, resultasse em perseguição e morte. Mas esse desfecho cruel não era condição para avalizar a sua mensagem. Fomos libertados, não pela morte, mas pela vida de Jesus. Não pelo sacrifício da cruz, mas pela vitória de Jesus sobre a morte, estendida a todos os homens e mulheres de todos os tempos.

Esse é o mistério da redenção. O desfecho histórico poderia ter sido outro. Jesus poderia ter morrido idoso, anunciando e dando sinais do Reino durante uma longa vida, vencendo a morte natural pela ressurreição e encontro com o Pai, destino final de todos os homens e mulheres por Ele criados. Sua morte foi decidida pela maldade dos homens que o condenaram e o executaram quando era ainda jovem.

A cruz foi, portanto um acidente. Não fomos salvos pelo sacrifício da cruz. A cruz era uma possibilidade e risco, mas não condição essencial para a acolhida de sua mensagem após sua morte.

Mas o sentido da cruz é riquíssimo para os cristãos. É a medida da fidelidade esperada de cada cristão no seguimento de Jesus, sem medo de consequências, sem fugas, na adesão sem limites ao projeto humanizador de Deus, implacável contra toda forma de injustiça e opressão.

Esse seguimento implica em atitudes, práticas e denúncias que incomodam os poderosos, resultando em perseguições, incompreensões, perda de privilégios, prejuízos morais e materiais, sofrimento e experiências amargas de abandono e frustração. Jesus sofreu tudo isto, e sofreu de verdade, por ser plenamente homem. Não foi uma encenação. O desfecho não "estava escrito", como fatalidade ou desígnio de Deus. Poderia ter sido diferente.(Continua)
  
OS “ANOS DE CHUMBO” E A COMISSÃO
NACIONAL DA VERDADE - PARTE VI

Rubem Paiva
A Comissão investigará a morte de Rubem Paiva.
Antecipa e confirma seu assassinato pela repressão policial no DOI-Codi.

D
urante mais de quatro décadas, a psicóloga Maria Beatriz Paiva Keller, de 52 anos, não teve qualquer notícia sobre a circunstância do desaparecimento do pai, o ex-deputado federal, engenheiro e empresário paulista Rubens Paiva. Nesta terça-feira, 27/11, ela teve acesso aos primeiros documentos que ajudam a elucidar o mistério e lançam luzes sobre um dos episódios sombrios da repressão.

Os papéis que Maria Beatriz recebeu, em solenidade no Palácio Piratini, na Capital, registram a entrada de seu pai no Departamento de Operações e Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), na rua Barão de Mesquita, no Rio, em 1971, e um termo de "cautela", datado de 4 de fevereiro do mesmo ano, descrevendo documentos apreendidos no veículo de Paiva. Até então, havia apenas relatos verbais sobre o ingresso de Rubens Paiva no DOI-Codi e as circunstâncias em que ele teria permanecido no quartel-símbolo da repressão.

Os documentos vieram à tona somente agora porque eram mantidos pelo coronel Julio Miguel Molinas Dias, ex-comandante do abominável DOI-Codi. Molinas Dias foi morto neste 1º de novembro, em Porto Alegre, em circunstâncias ainda não esclarecidas.

A POESIA DE RUBEM ALVES

Contei meus anos e descobri
Que terei menos tempo para viver do que já tive até agora...
Tenho muito mais passado do que futuro...
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de jabuticabas...
As primeiras, ele chupou displicentemente...
Mas, percebendo que faltam poucas, rói o caroço...
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades...
Inquieto-me com os invejosos tentando destruir quem eles admiram.
Cobiçando seus lugares, talento e sorte...
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas
As pessoas não debatem conteúdo, apenas rótulos...
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos...
Quero a essência... Minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia
Quero viver ao lado de gente humana... muito humana...
Que não foge de sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade...

O que as pessoas mais desejam é alguém que as escute de maneira calma e tranquila. Em silêncio. Sem dar conselhos. Sem que digam: "Se eu fosse você".

A gente ama não é a pessoa que fala bonito. É a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. Aprendi prestando atenção.

As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor.
Aprendemos palavras para melhorar os olhos. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem... O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido! Eu quero desaprender para aprender de novo. Raspar as tintas com que me pintaram.
Desencaixotar emoções, recuperar sentidos.

Amor é isto: a dialética entre a alegria do encontro e a dor da separação. De alguma forma a gota de chuva aparecerá de novo, o vento permitirá que velejemos de novo, mar afora. Morte e ressurreição. Na dialética do amor, a própria dialética do divino. Quem não pode suportar a dor da separação, não está preparado para o amor. Porque o amor é algo que não se tem nunca. É evento de graça.

Aparece quando quer, e só nos resta ficar à espera. E quando ele volta, a alegria volta com ele. E sentimos então que valeu a pena suportar a dor da ausência, pela alegria do reencontro.

domingo, 2 de dezembro de 2012

BOLETIM INFORMATIVO NOVEMBRO


COLEGIADO ANO II NR°25 MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO - CURITIBA/PR NOVEMBRO 2012


Mês de Comemoração ao Dia de Todos os Santos

A festa do dia de Todos os Santos é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não. A Igreja Católica celebra a Festum omnium sanctorum a 1 de novembro seguido do dia dos fiéis defuntos a 2 de novembro. A Igreja Ortodoxa celebra esta festividade no primeiro domingo depois do Pentecostes, fechando a época litúrgica da Páscoa. Na Igreja Luterana o dia é celebrado principalmente para lembrar que todas as pessoas batizadas são santas e também aquelas pessoas que faleceram no ano que passou. Em Portugal, neste dia, as crianças costumam andar de porta em porta a pedir bolinhos, frutos secos e romãs.

ACONTECEU:


          No dia 06/11 aconteceu a reunião da ECCI com a presença de representantes das seguintes equipes base: Nova Geração, Anjos da Guarda, Caminhada, São Francisco, MFC Jovem, Âncora, Caminhando, Shalon, Felicidade, Corações de Atitude, Reaprender para Crescer, Santa Maria Goretti, Morada, Caminhando com Cristo, Renascer. 
          Após a Oração inicial com intensões por todos os presentes e os membros das equipes e suas famílias, em especial pela recuperação da saúde da nossa amiga  da Ângela, da Sra. Neusa mãe do Hélcio e da Sra. Zéca que participou do último Encontro de Corações, a secretaria entregou o exemplar da Revista Fato e Razão aos coordenadores de equipe e o Jornal Atuação para serem distribuídos e lembrou da necessidade de acessarmos o BLOG do MFC. 
          O mefecista Neto responsável pela tesouraria apresentou as saídas e entradas e o saldo do caixa até o mês de outubro. Sobre a nucleação, dos 16 casais que disseram sim no Encontro de Corações, 02 casais participaram do Êxodo e outros 8 já formaram uma nova equipe. 
          A amiga Oly e o Osmar que participaram do Conselho Estadual em Londrina, nos passaram o que foi apresentado e o quanto valeu a pena a participação. Os jovens de Curitiba abriram os trabalhos falando sobre As Bem Aventuranças, fizeram muito sucesso. Estiveram presentes um total de 73 jovens, sendo 11 de Curitiba e em média 60 adultos, sendo 10 de Curitiba. 
          Sobre o ENA, as pré inscrições irão até o dia 02/12, o mesmo acontecerá em Vitória da Conquista, BA. 
          Foi lembrado à todos que dia 25/11 acontecerá o tradicional Almoço da Partilha na ABESSFI em Quatro Barras, mesmo local de 2011 e 2012. durante a Palavra Livre a Equipe Nova Geração através dos seus coordenadores Silvia e Arildo comunicaram que tem novos coordenadores na Equipe que será o casal João e Maristela. O colegiado apresentou oficialmente a Candidatura dos casais Paulo e Bernadete e Hélcio e Lenis para a Coordenação da cidade de Curitiba à partir de maio de 2013. 
          A formação foi promovida pela Equipe Ciclo dos Sonhos, que através de uma dinâmica deixaram para os presentes o seguinte questionamento: Quais os fatores que contribuem para manutenção do grupo? Várias colocações foram feitas pelos presentes e para finalizar a amiga Janaina fez um comentário geral sobre tudo que foi citado.

PRÓXIMA REUNIÃO DA ECCI!
Dia: 04 de dezembro, às 19:45
Local: Salão Paroquial do Santuário de Nossa Senhora da Salette


  - Questionário de Satisfação – ATENÇÃO, continuamos relembrando aos coordenadores de Equipe Base que algumas equipes ainda não foram visitadas pelo colegiado para aplicação do questionário de satisfação. Estamos aguardando o contato dos coordenadores das Equipes Base com as datas de suas reuniões.
- Reunião da ECCI: A sua presença é muito importante nesta reunião, será apresentada a proposta do calendário de 2013 e ao final teremos uma gostosa confraternização.
- Almoço da Partilha: Aconteceu dia 25/11 na ABESSFI de Quatro Barras, foi um momento especial de partilha, alegria e amor entre amigos. Fomos presenteados pelos nossos jovens por uma bela estória de Natal e duas músicas que tocaram nossos corações, mais um encerramento de ano do MFC de Curitiba que foi um sucesso.
- Blog MFC Curitiba: Acompanhe as notícias e leia o Boletim Informativo mensal no blog do MFC e ajude a fazer com que este seja mais uma forma de comunicação entre nós! Façam criticas e sugestões entrem no nosso blog!!! http://www.mfccuritiba.blogspot.com.br . Além do blog, temos o site do MFC. Não deixem de entrar e ver as novidades do MFC no Brasil. http://www.mfc.org.br/

DIA DE TODOS OS SANTOS E FINADOS


A Enciclopédia Católica define o Dia de Todos os Santos como uma festa em “honra a todos os santos, conhecidos e desconhecidos”. No fim do segundo século, professos cristãos começaram a honrar os que haviam sido martirizados por causa da sua fé e, achando que eles já estavam com Cristo no céu, oravam a eles para que intercedessem a seu favor. A comemoração regular começou quando, em 13 de maio de 609 ou 610 DC, o Papa Bonifácio IV dedicou o Panteão — o templo romano em honra a todos os deuses — a Maria e a todos os mártires. Markale comenta: “Os deuses romanos cederam seu lugar aos santos da religião vitoriosa.”
A data foi mudada para novembro quando o Papa Gregório III (731-741 DC) dedicou uma capela em Roma a todos os santos e ordenou que eles fossem homenageados em 1.° de novembro. Não se sabe ao certo por que ele fez isso, mas pode ter sido porque já se comemorava um feriado parecido, na mesma data, na Inglaterra. The Encyclopedia of Religion (Enciclopédia da Religião) afirma: “O Samhain continuou a ser uma festa popular entre os povos celtas durante todo o tempo da cristianização da Grã-Bretanha. A Igreja britânica tentou desviar esse interesse em costumes pagãos acrescentando uma comemoração cristã ao calendário, na mesma data do Samhain. . . . É possível que a comemoração britânica medieval do Dia de Todos os Santos tenha sido o ponto de partida para a popularização dessa festividade em toda a Igreja cristã.”
Na Igreja Católica, o dia de "Todos os Santos" é celebrado no dia 1 de novembro e o de "Finados" no dia 2 de novembro. Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao facto frequente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também devido ao intercâmbio e partilha das festividades entre as dioceses/paroquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos. A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registo (Século IV) de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo. Inicialmente apenas mártires (com a inclusão de São João Baptista), depressa se deu grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não terem sido mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida a Deus e assim a designação "todos os santos" visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados (processo regularizado, iniciado no Século V, para o apuramento da heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de beato ou santo, e pelo qual se institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na missa).

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.

Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração

Fonte: Mons. Arnaldo Beltrami – vigário episcopal de comunicação - http://www.arquidiocese-sp.org.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_de_Todos-os-Santos

PARA REFLEXÃO: Dia de Finados

Há quem morra todos os dias.
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.
Morre um dia, mas nasce outro.
Morre a semente, mas nasce a flor.
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.
Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.
Triste é ver gente morrendo por antecipação...
De desgosto, de tristeza, de solidão.
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida.
Essa gente empurrando a vida.
Gritando, perdendo-se.
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez.
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los.
De retroceder no tempo e segurar a vida.
Ausência: - porque não há formas para se tocar.
Presença: - porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.
Essa saudade machucando o coração.
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez.
Esse céu azul e misterioso.

Ah! Aqueles que já partiram!
Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.
Foram para o além deixando este vazio inconsolável.
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.
Deles guardamos até os mais simples gestos.
Sentimos, quando mergulhados em oração, o ruído de seus passos e o som de suas vozes.
A lembrança dos dias alegres.
Daquela mão nos amparando.
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir.
Essa vontade de rever aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.
Essa prece que diz tudo.
Esse soluço que morre na garganta...
E...
Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir.
Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós.
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença!
Que morte tão cheia de esperança e de vida!
Texto: Padre Juca
Adaptação: Sandra Zilio







ANIVERSÁRIOS DE CASAMENTO    

                                        
 Desejamos felicidades pelos anos de feliz união. 
Que Deus lhes dê saúde, paz e felicidade conservando-os                                                         sempre juntos!!!



DEZEMBRO

6 ANOS
Valdir Ribeiro Natel e Denise B. F. Natel                                                       02/12/2006

8 ANOS
Paulo Cesar Rink e MarciaDallavechia Rink                                                 22/12/2004

11 ANOS
Daniel M. de Lima e Marcia Adriana L. de Lima                                          01/12/2001
Paulo Roberto Stoberl e Ana Paula M. Stoberl                                             08/12/2001

19 ANOS
Josevam A. Barreto e Rozely A. K. I. Barreto                                                11/12/1993

22 ANOS
Paulo Cezar Castro e Bernadete B. Castro                                                   15/12/1990

36 ANOS
Delmiro M. Pichel e Maria Helena T. Pichel                                                    11/12/1976

39 ANOS
Mario H. Watanabe e Paula T. K. Watanabe                                                  08/12/1973

51 ANOS
Juraci Poli e Marley Poli                                                                                     16/12/1961