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sábado, 18 de abril de 2015

Em assembléia, Bispos enviam carta ao Papa Francisco

O episcopado brasileiro reunido em Aparecida (SP), de 15 a 24 de abril, por ocasião da 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), enviou carta ao papa Francisco. No texto, os bispos recordam a iniciativa do pontífice em propor a celebração do Ano da Misericórdia, reafirmando o compromisso das dioceses do Brasil, em viver renovada experiência da misericórdia de Deus. "Queremos manifestar-lhe nossa alegria com a proclamação desse Jubileu. Assumiremos este Ano Santo Extraordinário em nossas Dioceses e antevemos o júbilo com que nosso povo viverá a renovada experiência da misericórdia de Deus", expressam. Confira a íntegra do texto: 

A Sua Santidade
Papa Francisco
Santo Padre,
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB está reunida em sua 53ª assembleia geral anual, em Aparecida, sob as bênçãos e a proteção da Rainha e Padroeira do Brasil, de 15 a 24 de abril. Nesta ocasião, temos a alegria de manifestar nossa comunhão com o sucessor de Pedro.
Como Vossa Santidade pode imaginar, pois muitas vezes também  participou de assembleias semelhantes,  a pauta de nossos trabalhos é extensa e desafiadora. Merecerão uma atenção especial tanto as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, que orientarão nossa ação pastoral nos próximos quatro anos, quanto as eleições para os quadros dirigentes da CNBB. Nesta ocasião elegeremos, também, nossos representantes na próxima Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos, para a qual estamos nos preparando em nossas Dioceses.
Iniciamos esta nossa Assembleia anual tendo diante de nós a Bula Misericordiae Vultus, com a qual Vossa Santidade proclamou o Jubileu Extraordinário da Misericórdia. Queremos manifestar-lhe nossa alegria com a proclamação desse Jubileu. Assumiremos este Ano Santo Extraordinário em nossas Dioceses e antevemos o júbilo com que nosso povo viverá a renovada experiência da misericórdia de Deus. Tanto a Bula como a Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual -Evangelii gaudium - iluminarão nossas Diretrizes. Nosso agradecimento, Santo Padre, por esses dois presentes especiais.
Para nós, suas palavras são  um grande incentivo para nos aproximarmos mais de nosso povo, prioritariamente daquelas pessoas que se encontram nas periferias geográficas e existenciais. Para nossos fieis e as pessoas de boa vontade, suas palavras são a expressão de uma certeza: Deus ama cada pessoa; Ele não se cansa de nos amar, de nos acolher e de nos perdoar.  Santo Padre, saiba que são também nossas suas preocupações em relação à evangelização e preservação da Amazônia.
Tendo diante de nós o imenso Brasil, que nasceu sob o sinal da Santa Cruz, pedimos sua bênção para o nosso bom povo e, particularmente, para nossas crianças, jovens, idosos e doentes. De nossa parte, queremos assegurar-lhe nossa oração pelo seu árduo e importante ministério petrino - oração que se torna mais intensa nestes dias nos quais, em nome do Senhor Jesus Cristo, nos reunimos no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Deus o ilumine, conforte e guarde!
Fonte: CNBB
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Bispos refletem sobre Dízimo durante Assembleia Geral



O arcebispo de Salvador Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador (SP), lembrou ao plenário da 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que ele, em nome do regional Nordeste 3, manifestou o desejo dos bispos para que fosse feito uma reflexão sobre o tema do Dízimo. Pediram possíveis diretrizes para orientar esse serviço em todo o Brasil. Segundo dom Murilo, nota-se que existem experiências muito boas em vários lugares e, em outros, o serviço ainda não tem organização mais clara. A Assembleia Geral de 2014 se pronunciou favorável ao estudo. Uma comissão foi constituída para se ocupar com o encaminhamento desse debate.

O arcebispo de Salvador foi nomeado pela Assembleia Geral como o coordenador da comissão, que considera importante realizar um seminário nacional sobre o assunto. A comissão propõe que esse encontro se realize em Aparecida, no próximo mês de novembro.
Para orientar o seminário nacional, dom Krieger comunicou que a comissão vai preparar um subsídio sobre o Dízimo. Esse material será enriquecido com respostas que os bispos devem dar, em trabalhos de grupo da Assembleia, a respeito da prática do Dízimo em cada diocese do Brasil. O resultado do trabalho de reflexão dos bispos vai ser a base do subsídio que servirá de instrumento para seminário. O evento deverá contar com representantes tanto das dioceses que têm o Dízimo organizado quanto daquelas que ainda não contam com esse serviço.
Reunidos em grupo previamente formados, os bispos receberam um questionário amplo trazendo questões que poderão formar um retrato da situação da prática do Dízimo nas dioceses do Brasil. Os bispos realizaram essa tarefa na primeira metade da tarde, antes da sessão solene que presta homenagem aos 50 anos da conclusão do Concílio Vaticano II.
O secretário geral da Conferência, dom Leonardo Steiner,  advertiu, no entanto, que se trata de um início de trabalhos e que o assunto continuará a ser refletido sem nenhuma palavra oficial da CNBB nesta Assembleia.

Fonte: CNBB

Nucleação 2013 batiza nome da equipe-base

A coordenação de nucleação informou em nossa ultima ECCI, que a equipe Base Nucleação 2013, foi batizada com o nome de ILUMINADOS.

“Olharam para Ele, e foram ILUMINADOS; e os seus rostos não ficaram confundidos. (Salmo 34,5)

Que encontre a Paz, todo aquele que vem em paz, bem vindos ao MFC.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

18º Encontro de Coração se aproxima


Estamos cada vez mais próximo do 18° Encontro de Corações, que acontecerá nos dias 29, 30 e 31 de maio. Desta forma comunicamos a todos os MFCistas que tem casais para indicarem que as fichas de inscrição já estão a disposição.

Se você tem familiares, amigos e colegas de trabalhos interessados em participar deste grande momento do Movimento Familiar Cristão de Curitiba, os convidem para reservar este final de semana que fica marcado na vida dos casais.

Doações para a cozinha

Também precisamos da sua colaboração com os itens a serem utilizados pela cozinha, para as refeiçõesSabemos que o vosso coração é BONDOSO. Para mais informações entre em contato com o casal Aguimar e Ivonete ( 9718-4369 TIM / 9188-8666 VIVO) ou Paulo Cézar e Bernadete ( 9991-4813)

53ª Assembleia Geral: missa é dedicada aos novos bispos

53AG_Missa novos bispos

O núncio apostólico no Brasil, dom Giovanni D’Aniello, presidiu a missa do segundo dia da 53ª Assembleia Geral (AG) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Concelebraram os bispos de Tefé (AM), dom Fernando Barbosa dos Santos, e de Zé Doca (MA), dom João Kot, representando os novos bispos nomeados desde a última AG.

Em sua saudação aos membros do episcopado, padres, religiosos e fiéis, o núncio apostólico apresentou novamente aos novos bispos suas “felicitações e os votos de um frutuoso ministério episcopal”.

Dom Giovanni explicou em sua homilia a proposta da liturgia da 2ª Semana do Tempo Pascal de seguir o “denso e ao mesmo tempo belíssimo” discurso de Jesus a Nicodemos. “O Senhor está transmitindo o ensinamento a este mestre da religião judaica referente às realidades celestiais, ou seja, relacionadas à vida divina, portanto à Sua própria vida”, disse.

A Nicodemos, segundo dom Giovanni D’Aniello, foi possível “ascender por este discurso ao conhecimento das realidades do alto reveladas pelo Salvador”.

“Aquele que vem do alto está acima de todos. Quem é da terra, pertence à terra e fala coisas da terra”, leu-se no Evangelho. Dom Giovanni fez uma reflexão sobre a natureza divina encontrada no Cristo e a terrena, que impõe no ser humano um limite “marcado por uma natureza carnal corrompida pelo pecado e uma espiritualidade embaçada”. De Cristo vem a proposta de um “renascimento e uma renovação total, tendo como paradigma a sua própria imagem de Filho de Deus”.

“E é justamente a síntese entre o homem e o divino, presente em Cristo, a que somos chamados a restaurar em nossa humanidade por meio desse renascimento do alto. A identidade de Cristo é essencialmente ligada com o Pai e sua natureza divina com a terra. Sua natureza divina e humana resplende a mesma perfeição que vem de Deus”, explicou.

“A nossa natureza, moldada com a terra, pela nossa desobediência foi manchada com a lama dos interesses mundanos”, afirmou D’Aniello. Segundo o núncio, a consequência do pecado é a mácula da “primitiva semelhança divina com a qual Deus nos havia adornado na criação”.

Conforme dom Giovanni Cristo “é o critério decisivo para se participar da vida divina”. O núncio apostólico disse ser necessário da parte dos bispos e dos fiéis reafirmar a fé em Cristo Filho de Deus. “Aquele que tem todo o poder sobre a vida e a morte e por conseguinte torna mais crível a fé, a fim de que outros se sintam atraídos e tenham acesso à vida divina dom de Deus por meio de Cristo”, acrescentou.

Ao final, orientou que “diante do desígnio de salvação estabelecido por Deus e oferecido aos seres humanos, seus filhos não podem ficar indiferentes” e que Cristo se coloca diante do homem com um imperativo que “não admite meios termos ou posições dúbias”. Disse ainda que o convite pascal do ressuscitado é de “levar mais a sério seu discurso sobre as coisas do alto”.

“Para que isso se realize é necessário aceitar o testemunho que Cristo nos dá, o que significa reconhecer as palavras e as verdades anunciadas por ele e que nos colocam em relação direta com seu pai”, disse.

Fonte: Secretaria da Presidência da CNBB

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Começou hoje a 53ª Aseembleia Geral da CNBB


“Quero uma Igreja missionária, solidária e que saiba ouvir!”, com esse refrão cantado pela Assembleia, os bispos do Brasil deram início, em Aparecida (SP), ao 53º encontro do episcopado do país. O arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal dom Raymundo Damasceno pediu as bênçãos para os trabalhos que se realizarão de hoje, 15, até o dia 24 de abril.
Alguns objetivos dessa assembleia foram previamente anunciados pela CNBB: a revisão das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil; a ação dos leigos na Igreja; e as eleições gerais para os serviços da presidência e das comissões episcopais. Além disso, serão eleitos os delegados da Conferência para o Sínodo dos Bispos e do Conselho Episcopal Latino Americano (Celam). As eleições, novamente, serão feitas por meio de urnas eletrônicas.
O prefeito da cidade de Aparecida, Antônio Marcio de Siqueira, e o reitor do Santuário Nacional, padre João Batista de Almeida, deram suas palavras de boas-vindas aos bispos. “Gostaríamos de convidar os senhores para fazer uso do teleférico para ir rezar no Morro do Cruzeiro”, acrescentou o reitor.
Evangelização dos leigos
Dom Giovanni d'Aniello, Núncio Apostólico no Brasil, agradeceu o convite e a hospitalidade dos bispos. “Obrigado a todos aqueles que, durante esses dias, tomarão conta de nós” e em seguida retransmitiu um abraço especial do papa Francisco. O Núncio ressaltou a memória dos 50 anos da conclusão do Concílio Vaticano II e ainda a realização do Sínodo Ordinário, deste ano, sobre a Família.
Dom Giovanni também chamou atenção para um dos temas dessa assembleia, a participação dos leigos na Igreja, e confirmou que o cristão leigo enfrenta o mundo dando razões da sua própria esperança. Dom d'Aniello enumerou os campos de apostolado dos leigos: “a educação, a assistência, social, o progresso cientifico e a política”. Ele lembrou ainda que a evangelização dos leigos constitui um grande desafio pastoral. “O cristão leigo exerce uma ação apostólica que lhe é peculiar” e não somente um trabalho complementar ao dos ministros ordenados, disse o representante diplomático do papa.
Dom Damasceno finalizou as intervenções da abertura da assembleia. Ele esclareceu que a assembleia dos bispos do ano passado decidiu que as Diretrizes Gerais para o próximo quadriênio não serão inteiramente novas, mas profundamente renovadas, principalmente à luz da Encíclica Evangelii Gaudium e das palavras do papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude, realizada no Rio de Janeiro, em julho de 2013.

terça-feira, 14 de abril de 2015

O casamento não é uma "missão impossível"

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“Não é bom que o homem esteja só. Vou fazer uma auxiliar que lhe corresponda” (Gen 2,18). A mulher que Deus “modelou” da costela do homem e que levou a ele, arrancou dele um grito de admiração, uma exclamação de amor: “É osso de meus ossos e carne de minha carne” (Gn 2,23).

Deus criou o casal humano para uma “comunhão de pessoas” no matrimônio e os uniu de modo que, formando “uma só carne” (Gn 2,24), possam transmitir a vida humana: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra” (Gn 1,28). O homem e a mulher, como esposos e pais, cooperam de forma única na obra do Criador. Ai está toda a beleza que Deus quis para o casal humano; fez dele a fonte do amor e a “nascente da vida”. Cristo elevou o casamento entre os batizados à dignidade de sacramento.
A sagrada Escritura abre-se com a criação do homem e da mulher à imagem e semelhança de Deus fecha-se com a visão das “núpcias do Cordeiro” (cf. Ap 19,7). Toda a Sagrada Escritura fala do casamento e de seu “mistério”, de sua instituição e do sentido que lhe foi dado por Deus, de suas dificuldades provenientes do pecado e da sua renovação “no Senhor” (1Cor 7,39).
Deus é o autor do matrimônio; o casamento não é uma instituição simplesmente humana. “Por isso um homem deixa seu pai e sua mãe, se une à sua mulher, e eles se tornam uma só carne” (Gn 2,24).
O pecado instaurou também no casamento a desordem. Tendo sido uma ruptura com Deus, a primeira consequência foi a quebra da comunhão original do homem e da mulher. Para curar as feridas do pecado, o homem e a mulher precisam agora da ajuda da graça que Deus, que em sua misericórdia infinita, não nos recusa. Sem esta ajuda, homem e a mulher não podem chegar a realizar a união de suas vidas para a qual foram criados “no princípio”. Sem Cristo, o casamento não perdura. Por isso Ele o transformou em sacramento. Um casal sem Deus é um casal fraco.
De fato, o casamento pode se tornar uma “missão impossível” se o casal rejeitar os auxílios da graça de Deus; pois o pecado os vencerá. Para ser uma missão bela e saudável, o casal precisa fazer do seu lar um “espaço de Deus”. Então, o casamento, mesmo após advento do pecado, se torna uma “escola de amor” onde se aprende a vencer a centralização em si mesmo, o egoísmo, a busca do próprio prazer, e a abrir-se ao outro, à ajuda mútua, ao dom de si.
Não foi sem razão que Jesus começou sua vida pública realizando seu primeiro milagre, a pedido de Sua Mãe, por ocasião de uma festa de casamento. É a confirmação de que o casamento é uma realidade boa e um sinal eficaz da presença de Cristo.
Jesus veio para restabelecer a ordem inicial da criação perturbada pelo pecado; então, é Ele mesmo quem dá ao casal a força e a graça para viver o casamento na nova dimensão do Reino de Deus. Seguindo a Cristo, renunciando a si mesmo e tomando cada um sua cruz, os esposos poderão “compreender” o sentido original do casamento e vivê-lo com a ajuda de Cristo.
São Paulo mostra que a união de Cristo com a Igreja é uma aliança matrimonial: “E vós, maridos, amai vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, a fim de purificá-la… É grande este mistério: refiro-me à relação entre Cristo e sua Igreja” (Ef 5,24-32). O Matrimônio cristão é um sinal eficaz da aliança de Cristo e da Igreja.
O casal cristão, diante de Deus que os uniu para sempre, para serem esposos, pais e mães, precisam se esmerar no cuidado do casamento. Que jamais haja infidelidades conjugais, nem por pensamentos, palavras ou atos. A infidelidade é a morte do casamento. O casal não pode ser inocente se arriscando em aventuras com outras pessoas; a infidelidade começa muitas vezes com uma relação inocente que termina na infidelidade conjugal.
Dicas para viver bem:
– O casal precisa investir um no outro e no lar. Os matrimônios fortes se constroem passando tempo juntos; faça do tempo de convivência juntos uma prioridade, juntamente com os filhos.
– Não fique ressaltando as falhas de seu cônjuge e fazendo reprovações, isso faz com que outras pessoas te pareçam mais atraentes. Valorize mais as qualidades do outro e diminua as críticas. Não faça comparações com outros casais. Com as outras pessoas você não está vivendo um mundo real; é sonho.
– Quando houver necessidade, busquem ajuda. Isso não é um sinal de fraqueza. Um terapeuta familiar cristão ou um bom conselheiro, ajudam a pensar, a buscar soluções.
– Mantenha um lar alegre, com bom humor; elimine a reclamação e a lamúria. Alegria e bom humor são terapia. Saiba dar um sorriso mesmo nas horas amargas. E não esconda seus sentimentos; porque reprimi-los fazem mal e geram brigas. Seja transparente com o outro para ganhar a sua confiança.
– Cuide da vida sexual, mais do que a união de dois corpos é a união de duas almas que se amam e que se compromissaram uma com a outra por toda a vida. Cuidem bem um do outro, com todo amor, carinho, respeito, bondade, paciência, tolerância, maturidade e responsabilidade. Tudo isso faz o casal cumprir essa bela missão que Deus lhes deu de constituir uma família feliz. Eu pude viver quarenta anos essa realidade e posso dizer que é uma das melhores realizações desta vida. Nós amamos e nos realizamos com aquilo que construímos com nossa dedicação e amor.
Já foi dito que “quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe…” A paciência pode ser amarga, mas seus frutos são doces.
Professor Felipe Aquino

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Reunião ECCI - Abril/2015



Amigo MFCista,

Amanhã (14), nos encontraremos para a nossa reunião da ECCI de abril, na Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Rua Omílio Monteiro Soares, 847, Fanny).

Contamos com a presença dos coordenadores e de mais um casal de cada equipe-base. Sua presença é muito importante para debatermos assuntos referente ao MFC Curitiba.

Haverá segurança para cuidar dos carros durante o nosso encontro.

domingo, 12 de abril de 2015

Coordenações de Curitiba e do Paraná começam a montar o 100° Conselho Estadual

As coordenações do Movimento Familiar Cristão (MFC) de Curitiba e do Paraná, estiveram reunidas ontem, na residencia do casal Paulo Cézar e Bernadete, para dar início a organização do 100° Conselho Estadual do MFC, que acontece em nossa cidade nos dias 23, 24 e 25 de outubro.

Os primeiros detalhes deste momento histórico para a comunidade MFCista do estado já foram encaminhados e certamente ficará marcado na memória de todos os que estiverem presentes.

Além de ser a centésima edição do Conselho Estadual, a data será marcada pelas ações do Paraná para comemorar os 60 anos da fundação do MFC no Brasil.

Liturgia do 2° Domingo da Páscoa - 12/04/2015



 
2º DOMINGO DA PÁSCOA


 

PRIMEIRA LEITURA (At 4,32-35)


Leitura dos Atos dos Apóstolos:
32A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava como próprias as coisas que possuía, mas tudo entre eles era posto em comum.

33Com grandes sinais de poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus. E os fiéis eram estimados por todos.

34Entre eles ninguém passava necessidade, pois aqueles que possuíam terras ou casas vendiam-nas, levavam o dinheiro, 35e o colocavam aos pés dos apóstolos. Depois, era distribuído conforme a necessidade de cada um.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!


RESPONSÓRIO (Sl 117)


— Aleluia, aleluia, aleluia.

— A casa de Israel agora o diga:/ Eterna é a sua misericórdia!/ A casa de Aarão agora o diga:/ Eterna é a sua misericórdia!/ Os que temem o Senhor agora o digam:/ Eterna é a sua misericórdia!

— A mão direita do Senhor fez maravilhas,/ a mão direita do Senhor me levantou,/ a mão direita do Senhor fez maravilhas!

— Não morrerei, mas, ao contrário, viverei/ para cantar as grandes obras do Senhor!/ O Senhor severamente me provou,/ mas não me abandonou às mãos da morte.

— A pedra que os pedreiros rejeitaram / tornou-se agora a pedra angular./ Pelo Senhor é que foi feito tudo isso:/ que maravilhas ele fez a nossos olhos!/ Este é o dia que o Senhor fez para nós,/ alegremo-nos e nele exultemos!


SEGUNDA LEITURA (1Jo 5,1-6)


Leitura da Primeira Carta de São João:
Caríssimos: 1Todo o que crê que Jesus é o Cristo, nasceu de Deus, e quem ama aquele que gerou alguém, amará também aquele que dele nasceu.

2Podemos saber que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos. 3Pois isto é amar a Deus: observar os seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados, 4pois todo o que nasceu de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé.

5Quem é o vencedor do mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus? 6Este é o que veio pela água e pelo sangue: Jesus Cristo. (Não veio somente com a água, mas com a água e o sangue.) E o Espírito é que dá testemunho, porque o Espírito é a Verdade.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!


EVANGELHO (Jo 20,19-31)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: A paz esteja convosco.

20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.

21Novamente, Jesus disse: A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio.

22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: Recebei o Espírito Santo.23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos.

24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: Vimos o Senhor! Mas Tomé disse-lhes: Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei.

26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: A paz esteja convosco.

27Depois disse a Tomé: Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel28Tomé respondeu: Meu Senhor e meu Deus! 29Jesus lhe disse: Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!

30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor!


HOMILIA

Dom Sérgio da Rocha

Arcebispo de Brasília


Continuamos a celebrar e a viver a Páscoa ao longo destes cinquenta dias até a solenidade de Pentecostes. A Igreja nos propõe que os cinquenta dias entre o Domingo da Ressurreição e o Domingo de Pentecostes sejam celebrados com alegria e exultação, como se fossem um só dia de festa. São João Paulo II propôs que o segundo domingo da Páscoa fosse denominado Domingo da Divina Misericórdia. Neste clima de louvor pascal, rezamos com o Salmista: Dai graças ao Senhor porque ele é bom! Eterna é a sua misericórdia (Sl 117).

O Evangelho segundo João, hoje proclamado, narra o primeiro encontro de Jesus com os seus discípulos, após a sua paixão e morte na cruz (Jo 20,19-31). Naquela ocasião, a divina misericórdia se manifestou de modo especial. Depois de ter sido traído e abandonado pelos discípulos, o Ressuscitado os reencontra desejando-lhes seguidamente a paz e oferecendo-lhes o dom do Espírito, juntamente, com a missão de perdoar os pecados. Ao invés de cobrar explicações ou de condená-los, Jesus lhes oferece a paz e o perdão.

Neste Tempo Pascal, nós somos convidados a confiar na misericórdia divina, a acolher a paz e o perdão que Jesus nos oferece. Ao mesmo tempo, somos chamados a testemunhar a misericórdia em nossa vida cristã. Para viver em comunidade, assim como, para viver em família, necessitamos muito da misericórdia divina e também da misericórdia entre nós, o que inclui o perdão ao próximo e uma atenção especial aos que mais sofrem. Contudo, a acolhida da misericórdia divina pressupõe a fé. Quem crê em Cristo Ressuscitado, confia no seu amor misericordioso e o leva aos seus irmãos.

A passagem a respeito de Tomé nos mostra a importância da fé alimentada pela comunidade. Estando fora da comunidade dos discípulos, Tomé não foi capaz de crer. Colocando-se novamente no meio dos discípulos reunidos, ele fez a experiência do encontro com Jesus Ressuscitado. A Igreja, testemunha permanente da Ressurreição, continua a ser o espaço privilegiado de encontro com Cristo Ressuscitado. Na comunidade reunida em oração, nós temos repetido muitas vezes: Ele está no meio de nós! Os Atos dos Apóstolos (At 4,32-35), meditado na Primeira Leitura, nos recorda como devemos viver em comunidade, destacando: a unidade, a partilha e o testemunho da ressurreição.


ORAÇÃO

                             
Ó Deus de eterna misericórdia, que reacendeis a fé do vosso povo na renovação da festa pascal, aumentai a graça que nos destes. E fazei
que compreendamos melhor o batismo que nos lavou, o espírito que nos deu nova vida e o sangue que nos redimiu. Amém!

Editado por JorgeMacielNews