Contato

Ajude-nos a atualizar este espaço. Mande as suas sugestões para luiz.monteiro@mfccuritiba.com.br

terça-feira, 30 de setembro de 2014

MFC participa da Expocatequetica e de Café Colonial

A tarde do último Sábado foi de muito trabalho na Paróquia Nossa Senhora da Comceição, com a realização da expocatequetica e do Café Colonial.

As atividades tiveram início com trabalho de espiritualidade, conduzido pelo Pároco e Diretor Espiritual do MFC Curitiba, Frei Gentil.

O Movimento Familiar Cristão de Curitiba mais uma vez marcou presença. Um stand mostrou a comunidade as atividades mefecistas e convidou os casais a participarem do próximo Encontro de Corações.

Foi também de responsabilidade do MFC a preparação do salão para o café colonial, que foi muito elogiado pelos participantes da Paróquia.

Tarde de formação do MFC Jovem


Os trabalhos do Movimento Familiar Cristão de Curitiba com os nossos jovens não para. Com o objetivo de fortalecer ainda mais o MFC Jovem, no próximo dia 04/10 (sábado) acontecerá uma tarde de formação no Mosteiro Monte Carmelo (Rua La Salle, 850, Pinheirinho).

Os trabalhos de mais esta atividade para a juventude mefecista será conduzida pelo Irmão Thiago, da Ordem dos Saletinos.

Convide os seus amigos para participar de um momento de muita espiritualidade, alegria e de muita união. Integrantes de equipe-base divulguem mais este evento do MFC Curitiba. O nosso futuro está nas mãos dos nossos jovens para dar sequência a este trabalho com as famílias.

domingo, 28 de setembro de 2014

Nucleação reúne casais participantes do 17° Encontros de Corações



Alguns casais que participaram do 17° Encontro de Corações se reuniram ontem (27), na residência do casal Eduardo e Ismari, com a equipe de Nucleação do Movimento Familiar Cristão (MFC) de Curitiba, para iniciar as atividades de uma equipe-base.

Os casais presentes tiveram um pequena explanação sobre o que é o MFC e também como vai funcionar o andamento dentro da equipe. O encontro foi encerrado com uma dinâmica com objetivo dos casais se apresentarem para um melhor conhecimento dos membros.

A próxima reunião da equipe-base Nucleação 2014, já está agendada para outubro. A coordenação do MFC Curitiba fica muito feliz com formação de mais um grupo na família mefecista e por seguirem ao chamado de Deus neste trabalho para as famílias.

Liturgia do 26° Domingo do Tempo Comum - 28/09/2014

  

  
26º DOMINGO COMUM
28/09/2014


  

PRIMEIRA LEITURA (Ez 18,25-28)


Leitura da Profecia de Ezequiel:
Eis o que diz o Senhor: «Vós dizeis: ‘A maneira de proceder do Senhor não é justa’.

Escutai, casa de Israel: Será a minha maneira de proceder que não é justa?

Não será antes o vosso modo de proceder que é injusto?

Quando o justo se afastar da justiça, praticar o mal o vier a morrer, morrerá por causa do mal cometido.

Quando o pecador se afastar do mal que tiver realizado, praticar o direito e a justiça salvará a sua vida. Se abris os seus olhos e renunciar às faltas que tiver cometido, há-de viver e não morrerá».

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!


RESPONSÓRIO (Sl 24)


— Lembrai-Vos, Senhor, da vossa misericórdia.

— Mostrai-me, Senhor, os vossos caminhos, ensinai-me as vossas veredas. Guiai-me na vossa verdade e ensinai-me, porque Vós sois Deus, meu Salvador: em vós espero sempre.

 Lembrai-Vos, Senhor, das vossas misericórdias e das vossas graças que são eternas. Não recordeis as minhas faltas e os pecados da minha juventude. Lembrai-Vos de mim segundo a vossa clemência, por causa da vossa bondade, Senhor.

 O Senhor é bom e reto, ensina o caminho aos pecadores. Orienta os humildes na justiça e dá-lhes a conhecer os seus caminhos.


SEGUNDA LEITURA (Fl 2,1-11)


Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses:
Irmãos: Se há em Cristo alguma consolação, algum conforto na caridade, se existe alguma consolação nos dons do Espírito Santo, alguns sentimentos de ternura e misericórdia, então, completai a minha alegria, tendo entre vós os mesmos sentimentos e a mesma caridade, numa só alma e num só coração.

Não façais nada por rivalidade nem por vanglória; mas, com humildade, considerai os outros superiores a vós mesmos, sem olhar cada um aos seus próprios interesses, mas aos interesses dos outros.

Tende em vós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus. Ele, que era de condição divina, não Se valeu da sua igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a Si próprio.

Assumindo a condição de servo, tornou-Se semelhante aos homens. Aparecendo como homem, humilhou-Se ainda mais, obedecendo até à morte, e morte de cruz.

Por isso, Deus O exaltou e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus todos se ajoelhem, no céu, na terra e nos abismos, e toda a língua proclame que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!


EVANGELHO (Mt 21,28-32)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo:

«Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Foi ter com o primeiro e disse-lhe: ‘Filho, vai hoje trabalhar na vinha’.

Mas ele respondeu-lhe: ‘Não quero’. Depois, porém, arrependeu-se e foi.

O homem dirigiu-se ao segundo filho e falou-lhe do mesmo modo. Ele respondeu: ‘Eu vou, Senhor’. Mas de fato não foi.

Qual dos dois fez a vontade ao pai?»

Eles responderam-Lhe: «O primeiro». Jesus disse-lhes: «Em verdade vos digo: Os publicanos e as mulheres de má vida irão diante de vós para o reino de Deus.

João Baptista veio até vós, ensinando-vos o caminho da justiça, e não acreditastes nele; mas os publicanos e as mulheres de má vida acreditaram.

E vós, que bem o vistes, não vos arrependestes, acreditando nele».

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!


HOMILIA
“ELES VOS PRECEDERÃO NO REINO”
Pe. Luiz Carlos de Oliveira – CSsR


FAZER A VONTADE DO PAI
A celebração da Palavra deste domingo está centrada na obediência à vontade do Pai que é acolher o Reino. O anúncio do Reino e o chamado a acolher essa proposta do Pai continuam sendo hoje o grande desafio. Há sempre um convite à conversão que é dizer sim e obedecer. Jesus conta a parábola dos dois filhos chamados a trabalhar na vinha do pai. Um diz sim e não vai. O outro diz não, mas arrependido, vai. Era a situação que Jesus encontrou ao anunciar o Reino. Os fariseus disseram sim a Deus, mas não acolheram Jesus. Os pagãos, pecadores e prostitutas que viviam do não, acolhem a proposta. Os judeus receberam tudo, e disseram sim e não aceitaram o Reino de Deus manifestado em Jesus. Os pagãos, os pecadores e as prostituas disseram não, mas acolheram o Reino. Mudaram sua vida no acolhimento de Jesus. Adão e Jesus lembram esta parábola. Adão recebeu tudo e pôs tudo a perder porque não quis obedecer. Jesus nasceu na condição humana, carregando nossas desobediências e disse sim ao Pai. Jesus obediente faz de sua vida uma entrega permanente ao Pai a ponto de ir até à morte. Por isso o texto de Filipenses convida a ter os mesmos sentimentos de Cristo (Fl 2,5). Este é o caminho dos verdadeiros adoradores que o Pai procura (Jo 4,23).  O sim deve ser dado a Deus e não aos nossos sentimentos ou a princípios que nos acomodam ou a idéias que nos fecham em nosso mundinho espiritual. Há muitos que se fazem santos, mas não tem a obediência ao projeto do Reino. A tal religiosidade sem Jesus não salva. Temos muitos cristãos que são bons, mas negam o mais importante que é a aceitação de Jesus como totalidade de sua vida. É o tal de sou católico, mas não pratico. Seguir o modelo de Jesus vai mudar nossa vida e nos levará à ressurreição. Não importa o que fui, mas o que sou agora.

RESPONSABILIDADE PESSOAL
Não podemos jogar a culpa de nossos erros nos outros. Sempre pode haver essa influência, mas a decisão é pessoal. O profeta lembra que Deus não é injusto quando condena um que fez muitas coisas boas e depois muda seu modo de agir. A resposta a Deus não se mede pela multidão de nossos erros, mas pela certeza de nossa obediência acima de todos esses males. É preciso o empenho de formar a consciência das pessoas para que saibam se discernir e tomar atitudes coerentes. A missão de Jesus é continuada pelos seus seguidores que procuram esclarecer as consciências para o bem que é o Reino de Deus. Paulo nos mostra o caminho para acertar: ter os sentimentos de Cristo.

MOSTRAI-NOS O CAMINHO
Rezamos no Salmo: “Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos, e fazei-me conhecer vossa estrada. Vossa vontade me oriente e me conduz”. O perdão de Deus sana nosso passado quando nos voltamos para Ele: “Não recordeis os meus pecados quando jovem nem lembreis minhas faltas e delitos. De mim lembrai-vos porque sois misericórdia e sois bondade sem limites” (Sl24). É uma súplica própria para superarmos nossas desobediências e voltarmos a dizer sim. Esta é a súplica que devemos fazer: “Um coração humilhado, Senhor, não desprezes” (Sl 50). Muitos precederão nossos piedosos e fiéis seguidores quando praticam o que lhes interessa dando um não a partes do Evangelho.


ORAÇÃO

                             
Ó Deus, que mostrais vosso poder, sobretudo no perdão e na misericórdia, derramai sempre em nós a vossa graça, para que, caminhando ao encontro das vossas promessas, alcancemos os bens que nos reservais. Amém!

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Você precisa lutar para chegar íntegro ao céu


Você precisa lutar para chegar íntegro ao céu, pois este é o lugar para os decididos, para os violentos. O inferno é para os moles, os fracos e indecisos. Se cairmos durante a caminhada, a solução ideal será o arrependimento. Arrependa-se, imediatamente, pois temos um Defensor, um Advogado de defesa diante do Pai: Jesus Cristo, o justo. 

Ele é vítima de expiação por nossos pecados e os do mundo inteiro. Ninguém ficará, aqui na Terra, eternamente. Seremos transplantados para o lugar d'Aquele a quem servimos. Serviremos a Deus, nosso Pai, ou serviremos ao príncipe deste mundo, que é um traidor, um usurpador, que quer roubar os filhos de Deus? Não é possível servir, aqui, o príncipe deste mundo e esperar que sejamos transplantados para a casa de Deus. 


Queiramos ou não, iremos para os braços daquele a quem servirmos nesta vida. Felizmente, você não tem um lugar reservado no inferno. Você só irá para lá se quiser e teimar! Portanto, tenha os olhos sempre voltados para o Alto, para onde está o seu tesouro, o lugar eterno que Deus tem para você. 


A nossa meta deve ser romper com o pecado e seguir a Deus. Investir a vida naquilo que é definitivo: a nossa morada no céu. 



Monsenhor Jonas Abib 
Fundador da Comunidade Canção Nova

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Viaduto recebe nome de Dom Moacyr José Vitti


Foi inaugurado no último dia 23/09 (terça-feira), o viaduto que dá acesso ao município de Morretes. Em obras desde final de abril e localizado na intersecção da BR-277 com a PR-804, ele está liberado para a passagem de veículos e foi rebatizado de Viaduto Dom Moacyr José Vitti.

“Nada mais justo dar o nome de Dom Moacyr José Vitti a uma importante obra que vai beneficiar milhares de pessoas. É uma singela homenagem perto de tudo que o arcebispo fez por nós”, disse o Deputado Estadual Ney Leprevost (PSD-PR), autor do projeto.

Viaduto

A obra foi solicitada pelo parlamentar Ney Leprevost (PSD-PR) em conjunto com o prefeito de Morretes, Helder Teófilo dos Santos (PSDB-PR). A obro é uma parceria entre o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a concessionária Ecovia.

O viaduto vai beneficiar os motoristas que circulam pela rodovia. Na alta temporada, cerca de 30 mil veículos passam pelo local diariamente. Para o prefeito Helder, a obra evitará muitos acidentes naquele local e deverá ampliar a visita de turistas a Morretes.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Tarde de formação para os Jovens


Os trabalhos do Movimento Familiar Cristão de Curitiba com os nossos jovens não para. Com o objetivo de fortalecer ainda mais o MFC Jovem, no próximo dia 04/10 (sábado) acontecerá uma tarde de formação no Mosteiro Monte Carmelo (Rua La Salle, 850, Pinheirinho).

Os trabalhos de mais esta atividade para a juventude mefecista será conduzida pelo Irmão Thiago, da Ordem dos Saletinos.

Convide os seus amigos para participar de um momento de muita espiritualidade, alegria e de muita união. Integrantes de equipe-base divulguem mais este evento do MFC Curitiba. O nosso futuro está nas mãos dos nossos jovens para dar sequência a este trabalho com as famílias.


Correio MFC 363

O papa Francisco convocou o esperado Sínodo sobre os “Desafios Pastorais da Família no Contexto da Evangelização”. O instrumento de trabalho, com 27 páginas, resultou de ampla e corajosa consulta às bases da Igreja em todo o mundo, e está circulando no site do Vaticano em sete idiomas. É uma síntese extensa das respostas ao questionário enviado às bases da Igreja no final de 2013. O Movimento Familiar Cristão e outros organismos dos leigos brasileiros responderam com liberdade e sem restrições às 39 perguntas dessa consulta, com respostas enviadas à Nunciatura e à CNBB.
Sínodo cria expectativas inéditas
Helio Amorim
Assim, nas próximas semanas aportarão no Vaticano centenas de cardeais, bispos, teólogos e observadores leigos para um debate amplo das doutrinas e normas eclesiásticas sobre casamento, família, educação dos filhos, incluindo corajosamente questões nevrálgicas: divórcio e novo casamento, barreiras à participação de recasados na eucaristia, casamentos informais, uniões afetivas entre pessoas do mesmo sexo e outras realidades nesse campo, sempre a partir de uma conceituação mais humana do matrimônio no mundo moderno.
http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2012/10/CVII.jpg
O conceito cada vez mais difundido, mas ainda não acolhido pela Igreja, pode ser assim resumido: o casamento é um sacramento divino por ser a união de um homem e uma mulher que assumem sua relação de amor tomando como modelo a relação amorosa de Deus com todos os homens e mulheres: amor fiel, gratuito, responsável, construtivo, comprometido com o bem do outro. A ruptura desse vínculo referido ao amor de Deus pode decorrer de uma deterioração irreversível desse amor, que pode passar ao desamor ou a uma relação doentia de ódio e desprezo mútuo, deixando de ser portanto um sinal do amor de Deus, porque se transformou no seu oposto.
Assim, não subsiste esse matrimônio como sacramento. Uma segunda união pode vir a existir e consolidar-se com base numa nova e talvez mais madura relação de amor, mais verdadeira e adulta, referida efetivamente à relação com Deus, portanto, sacramento. Assim deve ser acolhido pela Igreja, como acolhido será pela família e seus amigos. Perde qualquer sentido a proibição de comungar, o que se configura como violência espiritual contra o novo casamento, como se fora o único pecado sem perdão. Os divorciados ouvirão mas não acolherão palavras bondosas do sacerdote, orientando à “comunhão espiritual” esperando consolar o excomungado para que suporte esse sacrifício.
Com a ajuda das ciências humanas e da pesquisa teológica, a Igreja vai revendo e reformulando essas concepções e interpretações da vontade de Deus, ainda ancoradas no passado, revisando suas doutrinas, reformulando seus ensinamentos, modificando suas práticas, revogando proibições e punições - e pedindo perdão, como fez João Paulo II no início do seu papado. Em suma, submetendo-se à inspiração divina sempre presente mas à qual tantas vezes a Igreja terá se fechado, ao longo dos tempos. Essa constatação deveria induzir a mais humildade dos formuladores das doutrinas e normas canônicas ou pastorais, e maior abertura à novidade que surge dos estudos dos teólogos e às interpelações dos cristãos leigos adultos que as questionam. É desses confrontos fraternos e construtivos que lentamente emerge a verdade, purifica-se a doutrina, humaniza-se a Igreja.
Frente a esses questionamentos, a reação da autoridade religiosa, em qualquer nível, ainda no passado recente, tem sido a ameaça de condenação, os expurgos, proibições de ensinar ou mesmo de falar em espaços controlados pela Igreja - nunca a análise franca e desarmada de argumentos e proposições inovadoras. Na verdade, deve-se reconhecer o muito que tem mudado nas doutrinas e práticas da Igreja, não apenas nas grandes mudanças ocorridas ao longo de séculos, mas nos tempos de uma vida. Os mais idosos vão se recordar das normas e disciplinas que lhes eram impostas e ensinadas em sua adolescência e juventude, nos excelentes colégios católicos que frequentaram - e que não sobreviveram a duas gerações.
Assim, permaneceremos abertos ao muito que seguirá mudando nos próximos anos e décadas, permitindo-nos relativizar as "certezas" que hoje se impõem. É claro que, como antes afirmado, tudo o que se refere ao amor e à justiça, à humanização e à esperança cristã, à caridade e à solidariedade humana, permanecerá como essência da mensagem evangélica. O resto é dinâmico e evolutivo, criações humanas sob influxo da cultura, entendimentos provisórios, sujeitos a revisões em vista do avanço das ciências e da reflexão teológica que nenhum autoritarismo impedirá.

A mulher ‘promíscua’

Como uma história bíblica pode inspirar a Igreja no Sínodo da Família, que, em outubro, deve discutir questões candentes.

Frei Betto


O Papa Francisco convocou, para outubro, o Sínodo da Família. Dom Damasceno, cardeal arcebispo de Aparecida (SP), será um dos presidentes da reunião destinada a atualizar a pastoral da Igreja Católica em relação ao tema.
A família, tal como a conhecemos hoje, é uma instituição recente, filha da modernidade.
PA São Paulo (SP) 24/08/2011.Entrevista com Frei Betto.Na Foto Frei Betto fala sobre seu novo livro e governo Dilma.Foto Marcos Alves/Agencia O Globo. Foto: Marcos Alves / Agência O Globo
Hoje, novas formas de união conjugal e a frequência de recasamentos obrigam a Igreja a rever conceitos e atitudes.
A argentina Jaquelina Lisbona, há 19 anos casada com um divorciado, foi proibida de comungar no dia da crisma de suas filhas, na cidade de São Lorenzo, porque o marido, Julio Sabetta, já havia sido casado anteriormente. O pároco disse que, por mais que ela se confessasse, ao retornar à casa estaria de novo em pecado...
Jaquelina, em setembro de 2013, enviou carta ao papa Francisco. Perguntou o que fazer, já que, para ela, não faz sentido participar da missa sem receber a eucaristia. Não tinha a menor esperança de merecer uma resposta.
Em abril, o telefone tocou na casa de Jaquelina; do outro lado da linha, a voz se identificou: “aqui fala o padre Bergoglio”. Após se desculpar pela demora em lhe responder, o Papa disse que ela “está livre de pecado” e deve comungar “tranquilamente” em outra paróquia, para não causar atrito com o padre que lhe negou o sacramento.
“Há padres mais papistas que o Papa”, disse Francisco. E acrescentou que também Julio, seu marido, poderia comungar: “O divorciado que comunga não está fazendo nada de mau.”
Há tempos, na TV alemã, o entrevistador perguntou a um bispo se daria comunhão a um divorciado. O prelado disse que não. Indagou, em seguida, se o faria a uma mulher que tivesse trocado cinco vezes de marido e, agora, vivesse com um sexto homem que não era seu marido.
O bispo, com uma expressão indignada, frisou que tal mulher procedia de modo contrário à vontade de Deus e às leis da Igreja. “Uma promíscua não tem o direito de se aproximar da eucaristia”, exclamou.
O entrevistador sorriu qual pescador que vê o cardume cair na rede e comentou: “Esta ‘promíscua’, que o senhor exclui da salvação, é a samaritana que Jesus encontrou à beira do poço de Jacó, de acordo com o capítulo 4 do Evangelho de João.” Pego no laço, o bispo se retirou da entrevista.
Uma das características da espiritualidade de Jesus é o antimoralismo. Em nenhum momento ele acusou a samaritana, cuja má fama conhecia, de devassa ou a aconselhou a pôr fim à sua rotatividade conjugal. Ao contrário, percebeu ali um coração sedento de amor e a elogiou por dizer a verdade. E a ela se revelou como o Messias.
A samaritana, embevecida, voltou à cidade para anunciar que encontrara Aquele que era o esperado. O que significa que ela foi, de fato, a primeira apóstola.
O Sínodo da Família deverá debater questões candentes, como divórcio e união entre pessoas do mesmo sexo. E comprovar que a Igreja é mãe, e não a bruxa retratada em histórias para crianças.


Mais Médicos

- menor índice de abandono é cubano

Dos médicos estrangeiros e brasileiros que trabalham no Programa federal Mais Médicos, os cubanos foram os que menos abandonaram a missão até agora, com 0,2% de desistências - informou a chefe da Brigada Médica Cubana no Brasil, Cristina Luna.
O médico cubano Juan Delgado é homenageado na cerimônia de sanção da lei que criou o Programa Mais Médicos, em 22 de outubro de 2013, em BrasíliaO médico cubano Juan Delgado é homenageado na cerimônia de sanção da lei que criou o Programa Mais Médicos, em Brasília
O número de médicos cubanos que abandonaram o programa um ano depois de sua implantação "não é significativo, é de 0,2%", disse Cristina Luna.
Segundo ela, o índice de abandono de médicos de outras nacionalidades é de 0,8%. Em relação aos médicos brasileiros que participam do programa, "o número é significativo", completou, acrescentando que chega a 8,4%.
"Hoje, a composição principal do Mais Médicos é de médicos cubanos", afirmou.
Os primeiros médicos cubanos chegaram ao Brasil em 24 de agosto de 2013, cumprindo um contrato entre os governos brasileiro e cubano, por intermédio da Organização Mundial de Saúde.
Atualmente, 11.456 médicos cubanos trabalham nos 26 estados do país, mais o Distrito Federal, disse Cristina.
Ela informou ainda que os profissionais cubanos têm tratado, basicamente, casos de hipertensão, diabetes, cardiopatias isquêmicas, dengue e lepra. (23/08/2014)

Selma 33a
+ Selma Amorim
“Quixote”
Art in Natura
Ametistas e safiras incrustradas em vegetais
25 x 100 cm - 30 x 30 cm

Sobre o amor

Como nos ritos do amor e da amizade, assim no universo, cada coisa tem seu sentido, ocupa o seu lugar e está sintonizada com o ritmo da festa e da dança do encontro.

Leonardo Boff
  
O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que têm medo, muito longo para os que lamentam, muito curto para os que festejam. Mas, para os que amam, o tempo é eternidade.
William Shakespeare

O tempo que dedicaste a tua rosa fez com que tua rosa fosse importante. A gente só conhece bem as coisas que cativou.
Saint-Exupéry

O amor não cansa nem se cansa.

São João da Cruz
                                                              
Trata-se de realizar em nós a consciência da afinidade fundamental com todos os seres do Universo.
Huberto Rohden

Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos.
João 15, 13