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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Bispos refletem sobre Dízimo durante Assembleia Geral



O arcebispo de Salvador Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador (SP), lembrou ao plenário da 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que ele, em nome do regional Nordeste 3, manifestou o desejo dos bispos para que fosse feito uma reflexão sobre o tema do Dízimo. Pediram possíveis diretrizes para orientar esse serviço em todo o Brasil. Segundo dom Murilo, nota-se que existem experiências muito boas em vários lugares e, em outros, o serviço ainda não tem organização mais clara. A Assembleia Geral de 2014 se pronunciou favorável ao estudo. Uma comissão foi constituída para se ocupar com o encaminhamento desse debate.

O arcebispo de Salvador foi nomeado pela Assembleia Geral como o coordenador da comissão, que considera importante realizar um seminário nacional sobre o assunto. A comissão propõe que esse encontro se realize em Aparecida, no próximo mês de novembro.
Para orientar o seminário nacional, dom Krieger comunicou que a comissão vai preparar um subsídio sobre o Dízimo. Esse material será enriquecido com respostas que os bispos devem dar, em trabalhos de grupo da Assembleia, a respeito da prática do Dízimo em cada diocese do Brasil. O resultado do trabalho de reflexão dos bispos vai ser a base do subsídio que servirá de instrumento para seminário. O evento deverá contar com representantes tanto das dioceses que têm o Dízimo organizado quanto daquelas que ainda não contam com esse serviço.
Reunidos em grupo previamente formados, os bispos receberam um questionário amplo trazendo questões que poderão formar um retrato da situação da prática do Dízimo nas dioceses do Brasil. Os bispos realizaram essa tarefa na primeira metade da tarde, antes da sessão solene que presta homenagem aos 50 anos da conclusão do Concílio Vaticano II.
O secretário geral da Conferência, dom Leonardo Steiner,  advertiu, no entanto, que se trata de um início de trabalhos e que o assunto continuará a ser refletido sem nenhuma palavra oficial da CNBB nesta Assembleia.

Fonte: CNBB

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